
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Cheiraram sal???

sábado, 29 de agosto de 2009
Então tá...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
CHEGA!!!!
É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...
É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...
É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer é ter todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação...
É! É! É! É! É! É! É!...
É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...
É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...
É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer é ter todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação...
Enquete
Em pesar e luto à morte de Ted Kennedy (conhecido como o Leão do Senado norte-americano) ...quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Quem foi o Irresponsável?

Pois eis que agora, durante nova operação de desocupação de uma dessas fazendas que o MST invade quase mecanicamente quando não lhe aparece nada mais engenhoso para fazer, um sem-terra foi morto por um PM. A casa já começou a desabar e o coronel subcomandante-geral da Brigada Militar, que dirigia a operação, foi destituído da função. Quem manda não ser sem-terra, coronel?
Há muitos anos, quando o MST começava sua carreira criminosa no Rio Grande do Sul, embarquei num ônibus intermunicipal, na cidade de Frederico Westphalen (situada no extremo norte do Estado), para uma longa viagem noturna de retorno a Porto Alegre. A poltrona ao lado da minha estava vazia e eu já a antevia como espaço adicional para acomodar meu 1,80 m de altura quando a porta do veículo abriu-se para um último passageiro. Embora houvesse vários outros lugares desocupados, ao reconhecer a pessoa que percorria o corredor procurando seu assento, eu soube que havia perdido minha poltrona extra. Era um conhecido frei, que vinha se destacando entre as lideranças do MST no Rio Grande do Sul. Anos depois, esse frei seria eleito deputado estadual pelo PT gaúcho.Sentou-se ao meu lado. Já nos conhecíamos e passamos a conversar. Dado que era pública, e reiteradamente publicada, minha reprovação às malfeitorias do MST, disse-me algo que ouvi muitas vezes de padres e bispos de esquerda: “Não entendo como um cristão como tu pode ser contra os sem-terra”. A frase, como se percebe, me imputa atitude desumana. Ser contra o sem-terra é o mesmo que ser contra os sem-alimento, os sem-saúde, os sem-teto. Um disparate. Eu seria um pervertido. Tratei de esclarecer que eu não era “contra os sem-terra”, mas contra muitas coisas que os sem-terra faziam, assim como era, também, contra a orientação político-ideológica e as estratégias do movimento que os cooptava.
Aí o frei apelou para a dramatização e me convidou para conhecer o acampamento existente numa área que haviam invadido no município de Bagé. Estávamos no inverno e o frei pintou com cores pesadas a realidade de três mil pessoas, vivendo numa coxilha do pampa gaúcho, em barracas de lona, a toco de vela, sem água, sem alimentos, sem agasalho. Crianças sem escola e todos sem atendimento de saúde, a muitos quilômetros da cidade. “Tens que ir lá para ver aquilo de perto”. Recusei o convite: “Não vou, frei”. E ficamos naquilo do tens que ir e do não vou, até que esclareci: “Não vou porque não é necessário. Imagino o horror que deve ser. Mas fico me perguntando quem foi o irresponsável que levou três mil pessoas para uma coxilha, a quilômetros de qualquer concentração urbana, sem água, sem alimento, sem escola e sem atenção à saúde”.
Meu interlocutor encarou-me com certa surpresa e respondeu: “Bem, isso faz parte da luta pela terra”. E eu encerrei a conversa com uma frase fronteiriça, muito repetida lá em Bagé para situações análogas: “Pois quem montou no burro que agüente o trote”.
Lembrei-me disso ao saber do lamentável acontecimento de São Gabriel. Era fatal que em décadas de confronto e de afronta, de desrespeito à lei e à ordem pública, um dia aconteceria o que acabou acontecendo. E fico me perguntando: quem foi o irresponsável que levou os sem-terra para lá, que os mandou descumprir determinação judicial e resistir, com foices e porretes, à ação das autoridades policiais? Esse vai continuar no posto?
domingo, 23 de agosto de 2009
Quem quiser explodir o Planalto sem deixar rastros só precisa colocar a bomba com 32 dias de antecedência

texto de Augusto Nunes
O ônus da prova cabe ao acusador, cobrou o ministro Franklin Martins já na primeira linha da reportagem que noticiou o embaraçoso encontro entre Lina Vieira e Dilma Rousseff no fim do ano passado. A rigor, a ex-secretária da Receita Federal não fez nenhuma acusação explícita à chefe da Casa Civil. Mas é verdade que o desmentido e os desdobramentos do caso transformaram em ré a candidata à Presidência.
Ao reforçar a suspeita de que por trás da mãe do PAC há uma serial killer da verdade, Lina tornou-se, na prática, uma acusadora. Cadê as provas?, quis saber o chefe da Secretaria de Comunicação de Governo. Estão no Palácio do Planalto, respondeu a interrogada no Senado. Ela entrou pela garagem, a placa do carro foi anotada, passou pelo detector de metais, deixou o nome na portaria, subiu pelo elevador, esperou na sala ao lado de duas pessoas, caminhou pelo andar. “É só requisitar as filmagens”, sugeriu. “Não sou fantasma”.
Acabou de saber que é, sim — ao menos para o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI, para os íntimos). Quem circula pela sede do governo federal vira fantasma um mês depois da visita, informou a espantosa nota oficial. Um mês depois de divulgada a última da Dilma, os supersherloques explicaram que “o período médio de armazenamento das imagens das câmeras de segurança do Planalto é de 30 dias”. Ou porque é assim mesmo, ou porque acaba de consumar-se outra criminosa queima de arquivo, o fato é que as imagens do entra-e-sai de novembro e dezembro não existem mais.
E os registros na garagem? Esses nunca existiram. Como o serviço de segurança à brasileira acredita na palavra, tanto as placas dos carros oficiais quanto a identidade de quem zanza por ali não são arquivadas em papéis ou computadores. O porteiro limita-se a perguntar ao motorista se há uma autoridade a bordo. O governo não tem como saber, portanto, se Lina Vieira esteve ou não esteve lá. Nem ela nem ninguém. Quem quiser explodir o prédio sem deixar rastros só precisa colocar a bomba com 32 dias de antecedência.
A descoberta de que o sistema de proteção instalado no coração do poder é uma piada coincidiu com a volta à cena de Franklin Martins. Avesso a entrevistas, apareceu sem convite para comunicar à nação o que pensa do caso. “A Lina está mentindo”, acusou. E a prova? “Por que não diz em que dia foi esse encontro? Qual a hora?”, repetiu a cantilena. Mas tinha uma novidade: ao ouvir dizer que Lina deixara escapar que o encontro ocorreu em 19 de dezembro, promovera investigações que haviam desmontado a fantasia.
“Nesse dia, a ministra estava numa reunião no Conselho de Administração da Petrobras. À tarde, pegou um avião e foi para Natal gozar uns dias de férias”, afirmou. A versão de Franklin não se ampara em filmagens (apagadas pelo governo), nem em registros na garagem (dispensados pelo governo), nem sequer na agenda de Dilma, parcialmente amputada por falhas técnicas bem no dia 19. Bastou-lhe a palavra da ministra que mente como quem respira para reiterar a acusação: “A Lina está mentindo. Não sei a serviço de quem”.
Se não provar o que diz, estará provado que Franklin mentiu. A serviço do governo, como compete a quem, seja qual for a inscrição na plaqueta pendurada na porta da sala, exerce as funções de assessor de imprensa de Lula. O dono do emprego deve cuidar da imagem do chefe e dos que o rodeiam. Não está lá para informar, mas para administrar notícias. “O que é ruim a gente esconde, o que é bom a gente fatura”, resumiu em 1994 o ministro Rubens Ricupero, sem saber que o aquecimento para a entrevista à TV Globo, captado por satélite, estava no ar. Todos os governos brasileiros, com maior ou menor intensidade, adotam a fórmula.
Mas nenhum faturou notícias favoráveis com mais frequência, despudor e assanhamento que o governo Lula. E nenhum escondeu com tamanha desfaçatez o que não lhe convém.
sábado, 22 de agosto de 2009
Fora Sarney! - Fora Corruptos!


Compareça aos protestos da sua cidade!
Ajude na organização e divulgação!
Porto Alegre
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: Arco da Redenção
São Paulo
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: protesto e agitos
Onde: MASP.
Rio de Janeiro
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
CONCENTRAÇÃO: na saída do metrô Estação Flamengo.
Onde: Flamengo
Mais informações
Belo Horizonte
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: Praça Sete
Curitiba
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: Boca Maldita (Rua XV de Novembro)
Florianópolis
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: Trapiche da Beira-Mar
Manaus
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: Praça São Sebastião – Marco de grandes lutas do povo Amazonense.
Recife
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
CONCENTRAÇÃO: MARCO ZERO
Salvador
Data: sábado, 29/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
CONCENTRAÇÃO: em frente ao colégio ISBA.
Onde: Ondina
Brasília
Data: sábado, 22/08
Horário: 14h
Ação: manifestação pública
Onde: em frente ao Congresso Nacional
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Direita, Esquerda, volver....... ???
porque "mandaram" ou por convicção pessoal?sábado, 15 de agosto de 2009
Fora Sarney - Mobilização 15 de agosto
O Eixo do Mal
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
MetaRmofose AmbulantO

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
(algumas das novas) Mentiras da Guerrilheira "Vilma duChefe"

As confusas explicações da ministra Dilma
Dilma Rousseff parece ter especial vocação para se deixar envolver em situações esquisitas. Vive cercada de histórias mal contadas, versões retocadas, relatos conflitantes.
No início de 2008, ministros do governo Lula foram apanhados pagando despesas privadas com dinheiro público, através de cartões corporativos. Episódio que ficou conhecido como o “escândalo da tapioca”.
Em 16 de fevereiro daquele ano, jantando com 30 industriais, a ministra Dilma afirmou que “o governo não vai apanhar calado”. E revelou que as contas do governo anterior sofreriam uma devassa.
Dias depois começou a circular o famoso dossiê com os gastos do ex-presidente Fernando Henrique e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.
Confrontada com os fatos, Dilma afirmou que se tratava de um banco de dados para organizar as despesas com cartão corporativo, a fim de responder à CPI dos Cartões – que sequer tinha sido instalada.
Mesmo depois da publicação do dossiê, restando provado que tinha sido fabricado na Casa Civil, Dilma continuou jurando de pés juntos que se tratava de um banco de dados.
Ninguém acreditou, mas ela continuou insistindo no conto de fadas.
O segundo episódio que confrontou Dilma Rousseff com a realidade aconteceu recentemente. Foi o caso do currículo falsificado.
Descobriu-se que, na Plataforma Lattes do CNPq, que abriga currículos de professores universitários e pesquisadores de pós-graduação, o currículo de Dilma Rousseff registrava um mestrado e um doutorado em economia. Até o título da tese de mestrado estava lá.
Este currículo estava também estampado nas páginas do Ministério das Minas e Energia e da Casa Civil.
Era falso. Dilma Rousseff não concluiu o mestrado, não defendeu tese. Não concluiu o doutorado. Não defendeu tese.
Confrontada com a realidade, ela reagiu dizendo que não sabia quem tinha invadido a Plataforma Lattes e as páginas do governo para escrever mentiras no seu currículo.
Para inscrever o currículo na Plataforma Lattes é necessário uma senha individual. Tudo bem, um hacker poderia ter invadido as páginas. Invadem até o site do Pentágono!
Mas a ministra Dilma Rousseff compareceu duas vezes ao programa Roda Viva, da TV Cultura, em 2004 e em 2006. O vídeo dos dois programas circula na internet.
Para os que não estão familiarizados com o programa, no início o âncora lê o currículo do convidado. Nos dois o jornalista Paulo Markun lê o currículo falso de Dilma Rousseff.
E ela ouve sem mover um músculo. Impassível. Nem pisca.
Depois de apanhada, mandou retirar das páginas do governo as menções a um mestrado e um doutorado. Falsos.
Mas continua a sustentar a versão de que alguém invadiu as páginas e falsificou seu currículo.
Finalmente – será mesmo que acabou? – Dilma envolveu-se em mais uma confusão de versões desencontradas.
A ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, cuja demissão nunca foi bem explicada, afirmou que foi chamada para uma conversa com a ministra-chefe da Casa Civil. No encontro a ministra lhe pediu que “acelerasse” as investigações sobre a família Sarney.
(Deixemos de lado a estranheza de uma chefe da Casa Civil chamar para uma reunião uma subordinada de outro ministro, sem que seu chefe esteja presente.)
A ex-secretária Lina Vieira entendeu que era para encerrar as investigações. Um processo desses é longo, e acelerar pode muito bem significar “acabar rapidinho”.
Dilma poderia dizer que tinha encontrado a ex-secretária, mas que tinham conversado sobre outros assuntos. Poderia dizer que tinha sido um encontro informal, por isso não estava na agenda de nenhuma das duas.
Isto é comum entre autoridades. Semana passada mesmo, o presidente Lula recebeu, fora da agenda, o senador Fernando Collor.
Mas não, Dilma Rousseff reagiu como Dilma Rousseff: autoritária, peremptória, categórica. Segundo ela, jamais teve uma conversa individual com a ex-secretária da Receita.
Mas Lina Vieira confirmou o encontro, em entrevista ao Jornal Nacional. E citou como testemunhas o motorista da Receita, sua chefe-de-gabinete e, mais importante, a principal assessora de Dilma Rousseff, Erenice Alves Guerra – aliás, envolvida também na elaboração do dossiê com as despesas de Fernando Henrique e Ruth Cardoso.
Diante disso, das duas uma. Ou bem Lina Vieira está mentindo, e Dilma Rousseff está moralmente obrigada a processá-la por danos morais.
Ou bem Lina Vieira está falando a verdade. E neste caso, Dilma Rousseff cometeu crime de prevaricação, quando um agente público toma conhecimento de um ilícito, ou propõe um ilícito e não tenta coibi-lo, para tirar proveito próprio.
E qual seria o proveito próprio? O apoio do PMDB à sua candidatura em 2010.
O agravante no caso da ministra Dilma é que, se Lina Vieira estiver dizendo a verdade, trata-se de interferência direta da ministra numa investigação muito séria, que envolve a Receita Federal e a Polícia Federal.
Dilma Rousseff ambiciona a presidência da República. Tem todo o direito.
Mas tem também o dever de dizer a verdade, esclarecer os fatos, para não entrar numa campanha que é tradicionalmente muito dura -- mas o prêmio é alto -- como alguém que tem relações cerimoniosas com a verdade.
___
Havia uma Iraneth no meio do caminho. No meio do caminho havia uma Iraneth
Texto de Reinaldo Azevedo
Havia uma Iraneth no meio do caminho. No meio do caminho havia uma Iraneth. E Iraneth diz que Erenice, um dos dois braços esquerdos de Dilma, foi à Receita para agendar o tal encontro de Lina Vieira com a ministra. Iraneth e Erenice… A gente se vê tentado a deixar Drummond de lado e partir logo pra um poema concreto ou pra concretude do poema: Dilma deu uma topada na pedra. Topou em Iraneth, funcionária de carreira da Receita.
No começo, como observou Dilma, era a sua palavra contra a de Lina. Agora já é sua palavra contra a de Lina e a de Iraneth. Um alternativa seria contra-atacar e botar Erenice para afrontar Iraneth. E estejam certos de que isso acabaria em algum Eriberto — o motorista que depôs aquele daquilo roxo, o agora poeta da parte extrema do aparelho digestivo…
O Ministério da Verdade, de Franklin Martins, anda um tanto descontente com Dilma. Há por ali até quem ache que ela, mesmo com o apoio de Lula, pode ser um desastre como candidata porque é insubordinável — e essa insubordinação não quer dizer excesso de talento, mas falta dele. Tivesse a ministra fechado o bico e ouvido Franklin Martins, não teria jamais negado o encontro. Nem que fosse para dizer que trocou receita de bolo com Lina. Mas Dilma já foi metendo os pés pelas mãos: “O encontro não aconteceu”.
Em algum momento, vai ter de vir a público para dizer: “Bem, aconteceu, sim, só que nós falamos de outro assunto”. E por que ele não fazia parte da agenda pública de nenhuma das duas? Lina nem mesmo era subordinada a Dilma.
Todos mentimos um pouquinho. Um conhecido lhe pergunta se a roupa dele é adequada para a ocasião. Você acha um horror. Mas pra que ser desagradável se nada há a fazer? “Está ótima!” Mentira! Daquelas que pavimentam o caminho para o céu. É preferível fazer as pessoas felizes com a mentira a fazê-las infelizes com a verdade se esta, para você e para o mundo, é irrelevante. Há mentiras bestas que são prova de afeto sincero. Também a vida pública obriga as pessoas a muitas mentiras decorosas, todos sabemos. Imaginem se um presidente da República, ministro de Estado, parlamentar ou juiz de corte superior falarem tudo o que lhes der na veneta… Haveria crises políticas em cascata.
Mas há mentiras que não podem ser contadas porque esbarram em questões de caráter, não é? Se Lina mentiu e, com efeito, jamais esteve com Dilma, foi uma temeridade tê-la à frente de um órgão tão importante da administração por quase um ano. Mas e se ela estiver dizendo a verdade, e a mentira tiver sido contada pela outra? E se a negativa for igual àquele currículo ou àquela história de que não havia dossiê contra FHC na Casa Civil? Aí as coisas se complicam bem. Porque não seria esta uma daquelas mentiras decorosas a que estão obrigados o homem público nem uma daquelas mentirinhas amorosas da vida privada.
Dilma, Lula, os petistas e os petralhas todos certamente dirão que se trata de mais uma tentativa “da mídia” de desestabilizar a “Mãe do PAC”. Ocorre que a imprensa não inventou as entrevistas de Lina ou as negativas da ministra. Tampouco foi a “mídia” que pôs uma Iraneth no meio do caminho de Dilma.
___
Mais mentiras:
Gente que Mente - Blog
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Quebra de Sigilo

Saiba como e quem começou a roubalheira dentro do Detran do RS
. É de se indagar por que razão a Operação Rodin e o MPF pouparam o governo Olívio Dutra, mas é maior ainda a razão de se indagar por que razão a própria mídia nunca quis contar essa escabrosa história, porque a bandidagem dentro do Detran começou em 1999 no governo do PT e foi denunciada ao juiz da 4a. Vara da Fazenda Pública pelo MPE no dia 26 de dezembro de 2007.
. Em 1999, uma quadrilha de saqueadores fez o que Bira Vermelho fez durante todo o governo seguinte, o de Rigotto, e Vaz Neto fez mais tarde, no governo Yeda, implementando contratos sem licitação e repassando serviços para terceiros sem cobertura legal, o que resultou em pagamentos indevidos e farta distribuição de dinheiro público entre os quadrilheiros.
. As investigações sobre a roubalheira no governo Olívio Dutra, do PT, começaram a ser investigadas em 2004, dois anos depois da expulsão dos petistas por parte do eleitorado. No dia 26 de dezembro de 2007, o juiz da 4a. Vara da Fazenda Pública aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual, que identificou os seguintes atores e malfeitorias (veja como o esquema foi depois replicado pelas famílias Fernandes e Ferst nos governos Rigotto e Yeda, até ser desmontado por esta):
1) Mauri Cruz e Carlos Bertoto, os homens petistas do Detran no governo Olívio, 1) contrataram a Finac, ligada à Universidade de Brasília (depois, nos governos Rigotto e Yeda, a esperteza envolveu a Fatec e a Universidade de Santa Maria), e 2) também a ONG Rua Viva, de Minas. No dia 14 de maio de 2002, quase ao final do governo do PT, 3) o Detran assinou um convênio com a Fenaseg para aluguel de veículos com valores estranhos. Esse convênio teve a assinatura do então vice-governador Miguel Rossetto, depois ministro da Reforma Agrária do governo Lula.
2) A Finac é do ex-conselheiro do governo Tarso em Porto Alegre, Luís Antonio Lima, que depois foi com a mulher, Flávia Camareiro, para Brasília. Em Brasília, na UnB, o casal foi protagonista de um escândalo sem precedentes, que resultou na deposição do reitor. Lima é filiado ao PT. Já a ONG Rua Viva, era dirigida por Nazareno Afonso, ex-secretário do primeiro prefeito petista, Olívio Dutra, outro petista de carteirinha. Aliás, Afonso, como Mauri Cruz, foram mais tarde para a ONG Camp, que trabalha com consultoria para prefeituras petistas. Um dos homens de confiança da Camp é até hoje o jornalista Guaracy Cunha, secretário de imprensa de Olívio no Piratini.
3) O MPE pediu o bloqueio dos bens e a quebra dos sigilos bancário, telefônico e bancário, além de processar:
- Mauri Cruz e Flávio Maia, ex-presidentes do Detran
- Inês Gonçalves Teixeira, a advogada do Detran que deu parecer favorável às ilegais dispensas de licitação.
- Renato Rohden, ex-diretor do Detran.
- Nazareno Afonso, homem da ONG Viva Vida
- Luiz Lima, dono da Finac
. Foi a primeira vez que dirigentes do Detran colocaram em prática ações organizadas para usar dinheiro público para fins particulares.
A juíza Simone Barbisan Fortes acaba de anunciar que não aceitou o pedido do Ministério Público federal para afastar a governadora Yeda Crusius do cargo.
Em uma decisão de duas páginas, Simone escreveu que, como a ação é muito complexa, "fica difícil aferir de plano a suficiência de elementos que levem a concluir pela necessidade de afastamento da governadora do seu cargo".
E reforça: "Destarte, cotejando os elementos acostados pelo MPF, com os reflexos práticos que tal decisão traria á sociedade, não entendo razoável lo afastamento solicitado".
A juíza decidiu ainda liberar parte do conteúdo da ação. Ficou mantido o sigilo sobre dados referentes a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos e de parte das escutas do processo. Ainda não há prazo para liberação das informações de parte da ação.
do blog da Rosane de Oliveira
___
Breve comment:
Até a ZH e a Rosane petralha se renderam aos fatos...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ditacia ou Democratura?

Delicadezas...

05/08/2009
O presidente Lula usou boa parte do repertório de palavrões brasileiros para passar uma descompostura no ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O sermão aconteceu pouco antes da assinatura do novo acordo entre Brasil e Paraguai sobre a hidrelétrica de Itaipu, no dia 25 de julho.
A reprimenda de Lula valeu também para o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, presente no encontro.
A irritação de Lula foi motivada pela resistência de Lobão e Gabrielli em assinar o acordo.
-- Vai t..., Lobão! Não me venha com esse papo. Vocês querem que o Brasil repita com os países pobres o mesmo imperialismo dos Estados Unidos com toda a América do Sul. Vai t...
Sem escutar os argumentos dos subalternos, Lula continuou a dizer o que pensava.
-- O Brasil tem uma responsabilidade muito grande com os vizinhos, ainda mais com o Paraguai, teve a guerra. Vocês querem f... o Lugo (Fernando Lugo, presidente do Paraguai), mas não vão.
-- E não adianta vocês fazerem estas continhas, estes numerozinhos. Vocês vao t...
A reprimenda de Lula foi reproduzida ao colunista por uma pessoa que tomou conhecimento da conversa. As frases, certamente, não são literais. Os palavrões e o sentido das reclamações do presidente, com segurança, são verdadeiros e ditos em grande quantidade.
A Ordem é "Desmoralizar a Mídia"
texto de Reinaldo AzevedoO triste espetáculo a que se assiste no Senado tem um maestro: Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda que a proximidade com gigantes morais como José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL) possa lhe trazer algum desgaste, aposta nas reservas bastante elevadas de sua popularidade: acha que agüenta um ataquezinho especulativo à sua credibilidade. Daqui a pouco, ele sai dando pito no Congresso, dizendo que ninguém vota nada, que isso é ruim para o Brasil, que é hora de trabalhar etc. O apoio de Lula a Sarney foi selado naquela conversa que Dilma Rousseff manteve com o velho senador. Ele usou argumentos sem dúvida convincentes. O petista nem pensou em piscar. Ademais, ele quer o PMDB em 2010. Na bruxaria de Brasília, surgiu mais um motivo para tentar manter Sarney onde está. Já chego lá.
É evidente — como aqui já se escreveu, creio, uma centena de vezes — que certas práticas no Senado e, mais amplamente, na política antecedem a era Lula. Mas também é inegável que nunca atingiram, como agora, o estado de arte. Já desenhei aqui uma espécie de emblema desses tempos: quando o PT estava na oposição, sua divisa era: “Ninguém presta, só eu”. No poder, mudou: “Ninguém presta, nem eu”. Ocorre que os lulo-petistas nos convidam a considerar que eles não prestam com mais eficiência do que os outros; que o seu jeito de não prestar é bom para o Brasil. E isso é inédito.
Mais um motivo
Diz-me um interlocutor que transita bem no governismo que a, por assim dizer, “área pensante” do Planalto considera que a permanência de Sarney no cargo, a se confirmar, significará a segunda grande derrota da imprensa — ou da “mídia”, como dizem por lá. Segundo os feiticeiros, Dilma pode enfrentar uma imprensa algo hostil, e é importante que a “mídia” esteja “desmoralizada”. Sim, usam a palavra “desmoralizada”.
É a forma que o bolivarianismo está tomando entre nós. Por aqui, não dá para formar hordas comuno-fascistóides para invadir jornais e revistas. As instituições ainda não franqueiam esse tipo de comportamento. O jogo se dá, então, na confrontação com aquilo que o lulo-petismo considera o único inimigo poderoso: a imprensa. Não deixa de ser uma fantasia porque, dos grandes veículos, quem não está rendido ao PT faz o seu trabalho com isenção e honestidade. Acontece que a rendição interessa. Isenção e honestidade não.
Falei em segunda grande derrota da imprensa? Para aqueles gênios, a primeira se deu no mensalão. Os lulo-petistas vendem a fantasia de que a “mídia” queria derrubar o presidente. Como isso não aconteceu, então ela teria perdido o jogo. Trata-se, é evidente de estupidez e desonestidade intelectual: atribuem àqueles que consideram inimigos uma intenção que eles não têm para que possam dizer depois: “Vocês não conseguiram”. Faz-se o mesmo em relação a Sarney: ele não estaria em situação difícil por causa de seus atos secretos e explícitos, mas porque se quer derrubá-lo para atingir Lula. Frustrada com mais esse insucesso, a “mídia” mudaria, então, a sua pauta, deixando de lado os escândalos.
Lembram-se de Collor e seu “Olhar 89″ durante o bate-boca com Pedro Simon? O momento mais detestável de seu discurso teve como alvo justamente “a mídia”, que, disse ele, não derrubaria ninguém ali. No dia seguinte, foi recebido por Lula.
Talvez tenham conversado sobre todas as injustiças praticadas pela “mídia” no Caso PC Farias, quando o petista era um líder da oposição. Talvez Lula tenha até se desculpado, não é? “Desculpa, companheiro Collor! Só pedi o seu impeachment naquele tempo porque acreditei nas mentiras da “mídia”.
Publicado originalmente no BLOG RA
terça-feira, 4 de agosto de 2009
El Paredón!!!

Temos que aturar essas figuras oportunistas - e agora mancomunados com o apedeuta e falsário Lulista??? - por que motivo?
BALA neLLes TODOS!!!
A El Paredón!
PQP!
Tô perdendo a paciência...


