segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ética (???)


Os assuntos importantes "deztepaíz" sempre ficarão para "alguém que os carregue" depois?


A Ética, a Moral, a Justiça, ficam relegadas para um "segundo plano"?
(em prol do continuísmo - dos partidos "instituídos" - e a tal "governabilidade"???)


O cachaceiro faz e desfaz do jeito que bem entende e todo mundo tem que ficar calado???

Nossos "representantes" foram eleitos pra serem coniventes ou ficarem OMISSOS a toda essa MARACUTAIA???


E NÓS???
Seremos os BOBALHÕES, que pagam o pato, até quando???

SEM FAZER NADA????


B A S T A !!!

O BRASIL não aguenta mais !!!

Hellow Oposição!!!???

Já passou da hora de fazer OPOSIÇÃO!!!

FORA com esse JECA OPORTUNISTA que está acabando com o Brasil!!!!


...

E antes que me venham acusar de “preconceito com o presidente operário”…

O Lula NUNCA trabalhou, ele mesmo declarou que sujava as mãos de graxa só pra mostrar pra “mamã”.

Nunca passou, e não passa até hoje, de um oportunista vendido e melequento (que fazia acordos pra favorecer os patrões, em prejuízo dos que dizia defender) palanqueiro de porta de fábrica.

TODOS sabem.
TODOS viram.

E as focas continuam a aplaudir... ???

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Fatos mostram que a corrupção sob Lula nivela Brasil a uma republiqueta banana

transcrito d'AQUI


Há um axioma de que a corrupção e o nepotismo existem no Brasil desde que Pedro Álvares Cabral aportou por aqui. Essa verdade tem hoje desdobramentos. Graves. No futuro, esse axioma será ainda mais contundente. Porque, nunca na história deste país a corrupção e o nepotismo alcançaram o escandaloso nível registrado no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

A promiscuidade na administração pública, sob Lula, é algo só encontrado nas republicas bananeiras. Roteiro para um filme de Woody Allen.

O mensalão construído no Palácio do Planalto, em plena Casa Civil, por José Dirceu, os dossiês forjados, também na Casa Civil, pela equipe da “doutora” Dilma Rousseff, a falsificação de diplomas pela mesma Dilma Rousseff, o enriquecimento espetacular de Lulinha, filho “genial” de Lula, a quebra de sigilo bancário de “um simples caseiro”, cujo principal acusado é o, notem, ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, a farra com o cartão corporativo, tudo isso é inimaginável num país decente.

Mas, falar em decência num país comandado por Lula é como exigir ética a um traficante. Embora os verdadeiros mafiosos tenham lá a sua ética, como escreveu admiravelmente Mário Puzo, na obra transformada em lenda do cinema por Francis Ford Coppola, através de Marlon Brando, Al Pacino e Robert De Niro.

A indecência lulista é coisa de máfia de republiqueta banana.

Lula defende, sem constrangimento, notórios pulhas, quando estes são flagrados com a mão na massa. A máfia sacrifica em nome da ética e dos negócios aqueles que se deixam apanhar ou que traem os “princípios da família”. Lula agride quem condena a bandalheira. Protege o bandido e estimula a impunidade. Talvez, num gesto de sobrevivência. Afinal, tudo indica que o presidente da República é refém dos companheiros.

No seu primarismo e cinismo habituais, Lula alega desconhecer as falcatruas de seus auxiliares. É sintomático que os mais próximos assessores do presidente da República tenham sido expelidos da administração pública e mesmo da direção do PT por corrupção.

Debochado, Lula chega ao acinte de chorar enquanto faz juras de que os companheiros são inocentes. E diz que as elites são preconceituosas e que a mídia o persegue. Numa afronta aos fatos.

Destemperado, Lula acusa a Polícia Federal, o Ministério Público e até o Supremo Tribunal Federal de perseguir os seus aliados. Em verdade, essas instituições falham ao isentar Lula de responsabilidade quanto aos crimes que os seus parceiros cometem. Afinal, quem montou a quadrilha no governo foi Lula. Por mais estúpido que possa parecer, o presidente da República não pode desconhecer o que fazem amigos íntimos. Amigos que freqüentam a sua casa há décadas e nos últimos anos transitam pelo Palácio do Planalto e pelo governo com uma “leveza” indisfarçável.

Nem Woody Allen teria coragem de, conhecendo o roteiro do governo Lula, encerrar o filme escalando a “doutora” Dilma para substituir Lula.

Afinal, Allen já estaria sabendo que ninguém compraria um carro usado pela “doutora” Dilma.

A máfia descrita por Puzo pauta os seus movimentos pela ética. Ética da máfia. Mas é uma ética.

O lulismo é aético.

___


Breve comentário:

Sarney está defunto. "Vilma" também.

Apenas esqueceram de avisar os mortos.

O PT ainda se salva, por pouco..

mas o Lulismo morre com eles.

Não Voto em quem defende Sarney !!!

campanhaperspectiva

Campanha simples, objetiva e certeira: "Não Voto em Quem Defende Sarney!" - iniciativa do blog Perspectiva Política.

Apoios:






quarta-feira, 22 de julho de 2009

Killer Chic - Chique de Matar

Vale a pena ver de novo...

Documentário:
Killer Chic - Chique de matar
o amor doentio de Hollywood por Che Guevara



E uma entrevista com Benício del Toro - protagonista do filme "CHE" - , que "estudió por 7 años" o personagem:

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Xô CSS - NO es NO


O presidente da Câmara, Michel Temer, afirmou que logo que terminar o recesso parlamentar, em agosto, vai convocar uma reunião de líderes partidários para decidir sobre a conclusão da votação do PLP 306/2008, que regulamenta a Emenda Constitucional 29, a chamada emenda da saúde, que cria uma contribuição de 0,1% sobre as movimentações financeiras, semelhante à extinta CPMF, que cobrava 0,38%


INADMISSÍVEL o desGoverno pretender
nos impor esse novo tributo!!!

O povo disse NÃO à CPMF!

Lembrando fato recente em um país da AL:

NO es NO

"cual la parte del NO
que Lulávez no entendió???"


O Brasil já disse NÃO ao "imposto do cheque"
Já dissemos e repetimos...
Não !!!

Mirem-se no exemplo:
(relembrando... em algum lugar da AL...)





FORA Chavistas!!!
FORA Bolivarianos!!!
FORA FSP!!!
FORA PT!!!
FORA Lulla!!!

Seremos outro povo a ter a Democracia tomada pelo bolivarianismo???

AINDA não é tarde DEMAIS!

FORÇA BRASILEIROS!!!

Vamos à luta!!!

sábado, 18 de julho de 2009

Se acuado, Lula porá seu “bloco na rua”

Texto de Ruy Fabiano


No início de 2006, quando o escândalo do mensalão ainda repercutia e ameaçava o próprio mandato do presidente da República, Lula mandou um recado ao então presidente da OAB, Roberto Busato: se a OAB aprovasse a iniciativa, que então seria encaminhada à Câmara dos Deputados, ele, Lula, poria o seu “bloco na rua”. E deixou claro qual era o bloco: UNE, MST, MLST etc. A OAB havia acolhido dias antes proposta de uma conselheira sua, de examinar pedido de impeachment ao presidente da República, para posterior encaminhamento à Câmara dos Deputados, que, se o aprovasse, o encaminharia ao Senado, para o devido julgamento. Exatamente como ocorrera com Collor 14 anos antes.

Dias depois desse recado, o MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra), uma facção radical do MST, invadiu as dependências da Câmara dos Deputados, destruiu móveis e equipamentos, enfrentou seguranças, agrediu funcionários e promoveu uma baderna sem precedentes na casa. O seu líder, Bruno Maranhão, amigo e hóspede de Lula na Granja do Torto e integrante da Executiva Nacional do PT, foi preso e solto no dia seguinte.

O recado estava dado. O impeachment acarretaria conflitos com os movimentos sociais – o tal bloco na rua -, pondo em risco a ordem pública. O acontecimento influiu na decisão da OAB de arquivar o pedido de impeachment, transformado, ao final, em mera notícia-crime ao Ministério Público, sem qualquer conseqüência prática.

Anteontem, em meio às denúncias contra o Senado e às críticas contra a conduta de Lula em relação ao tema, o presidente voltou a dar uma demonstração de que, apesar de todos os pesares, continua prestigiado junto ao seu “bloco”. Compareceu a um congresso da UNE em Brasília – o primeiro a ter um presidente da República convidado -, onde foi ovacionado e brindado com palavras de ordem do tipo: “Lula, guerreiro, do povo brasileiro”.

Isso, dois dias após abraçar e elogiar Fernando Collor, em um palanque em Alagoas, o mesmo Collor que a mesma UNE ajudou a expelir da Presidência da República, com a célebre marcha dos caras-pintadas, que sacudiu as ruas de todo o país, em 1992. O evento não se restringiu a confirmar a liderança de Lula junto àquela corporação estudantil, aparelhada por PT, PSol e PCdoB.

A UNE criticou a CPI da Petrobrás (a primeira vez em sua história em que ficou contra uma CPI), atribuindo-a a uma ação predadora da oposição (que Lula insinua ter como real objetivo a privatização da empresa) e entoou loas à candidatura de Dilma Roussef. A presidente da UNE, Lúcia Stumpf, insiste em dissociar o apoio ao fato de que a entidade é financiada pelo governo federal – algo que não ocorria no passado. Mera coincidência, claro.

Mas nem tudo coincide. Os estudantes, por exemplo, não engolem a tese lulista de apoio a José Sarney. Tanto que, embora silenciassem a respeito na presença de Lula, foram em seguida ao Senado pedir sua cassação. Não chega a ser uma divergência séria.

É mais coreográfica que efetiva. No que de fato importa, estão de acordo: contra a CPI da Petrobrás, contra a eclosão de novos escândalos nos moldes do mensalão, que ponham em risco a sucessão de Lula. Além da CPI da Petrobrás, há ainda outras duas no Senado, de potencial igualmente explosivo: a do Dnit (ainda não instalada) e a das Ongs, em andamento.

Esse o pano de fundo da crise do Senado, em que há um recado implícito à oposição: não avance muito nas investigações e denúncias que o bloco de Lula está a postos, à espera da voz de comando de seu líder. Os tais movimentos sociais. A oposição os teme, pois sabe que dispõem de forte logística, considerável know how em agitação pública e financiamento para o que for necessário.

Foi em função deles que a oposição, no mesmo ano de 2006, pediu à mesma OAB, que não propusesse o impeachment. Além de considerá-lo desnecessário, pois julgava que Lula iria “sangrar em público” - e, nas palavras do já falecido senador Antonio Carlos Magalhães, “até um poste o derrotaria” -, provocaria a ação desestabilizadora dos movimentos sociais.

Lula dispõe desse capital (tão sólido que lhe permite extravagâncias como a de abraçar e elogiar Collor) e já deixou claro que não hesitará em usá-lo se julgar necessário. Por enquanto, há ainda muita gordura a queimar. Está buscando o enfrentamento na própria mídia. Acabou de estrear coluna semanal em jornais do interior, estreará blog na internet e continua usando rádio e televisão com um apetite que seus edecessores não exibiram.


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Patrocínio à UNE foi de R$ 920 mil

Transcrito do Blog da CPI da Petrobrás

A União Nacional dos Estudantes (UNE) obteve não apenas 100 mil reais da Petrobras. Recebeu também outras verbas públicas para realizar suas atividades em Brasília. Entre elas, protestos contra a CPI. No total, a bolada chega a 920 mil reais.

Os números estão em
O Globo de hoje. O jornal mostra que o 51º Congresso foi financiado pelos Ministérios da Educação ( 600 mil reais ), da Justiça ( 150 mil reais ) e da Ciência e Tecnologia ( 50 mil reais ). As estatais não ficaram de fora e a Caixa bancou 20 mil reais.

Segundo O Globo, o material de divulgação registra ainda, apoios dos ministérios do Trabalho, da Cultura, da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, da Secretaria Nacional de Juventude e dos Correios.

Protesto fracassado

A manifestação contra a CPI, apesar de todo o aparato, que juntou ainda a CUT, a FUP e o MST, foi um
fracasso. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, o número de participantes não passou de 1,5 mil.

Nesse total estão aproximadamente 300 estudantes ligados ao PSOL, que fizeram uma manifestação paralela. O PSOL é oposição à direção da UNE, comandada há 30 anos pelo PCdoB.

O Globo entrevistou um dos líderes paralelos. Rodolfo Mohr, do PSOL, criticou o apoio financeiro da Petrobras e do governo à UNE. “É ruim. Compra a autonomia e a independência da entidade”.

Palanque eleitoral

Cálculos oficiais mostram que a UNE recebeu do governo federal 10 milhões de reais nos últimos cinco anos. A adesão a um governo, nunca antes vista na história do movimento estudantil brasileiro, é um caminho de mão-dupla.

Usando o palanque do Congresso ontem, o presidente Lula fez mais um comício. Não faltaram palavras de ordem para a
candidata oficial do governo para 2010. Cerca de 3 mil estudantes participam do evento.
Leia também:
Lula suborna UNE com repasse de R$ 1 milhão para entidade apoiar corrupção

UNE, que recebeu quase R$ 1 milhão do governo, defende Petrobras em passeata

quinta-feira, 16 de julho de 2009

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Devolvam a Petrobrás ao Brasil !!!

PT, DEVOLVA A PETROBRAS AO BRASIL!

Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 15 de julho de 2009 | 4:45

E Lula decidiu mesmo tratorar a CPI da Petrobras. Com 8 dos 11 integrantes da comissão, fez a presidência, escolhendo o senador João Pedro (PT-AM) para o cargo, e a relatoria, para onde foi nada menos do que Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado. Se vocês ficaram com a impressão de que a intenção é não investigar coisa nenhuma, estão absolutamente certos. Mais do que não investigar: Lula quer que a comissão seja usada para demonizar a oposição e para fazer proselitismo em favor da estatal. João Pedro não deixa a menor dúvida sobre o papel que vai desempenhar: seu ato inaugural foi marcar a primeira reunião para 6 de agosto…

Isso quer dizer que a comissão é inútil? Não exatamente. Quer dizer que o trabalho, sem dúvida, será muito difícil. O governo já deixou claro que não tem o menor receio de ser e de parecer truculento quando o assunto é Petrobras. E, se preciso, corta na própria carne — imaginem, então, o que não faria com a carne da oposição…

Lina Vieira, secretária da Receita, trombou com Sérgio Gabrielli, presidente da empresa, e foi demitida. Mas não bastou a demissão. Tiveram também de lhe manchar a reputação profissional, alegando que, sob o seu comando, houve queda na arrecadação. Ontem, ela divulgou um documento desmentindo a informação oficial. E ninguém precisa ser um gênio da perspicácia para entender que, na prática, ela está acusando ingerência política no órgão.

A Petrobras é hoje um poder paralelo. Não está sujeita aos controles normais de uma República — ao contrário, é ela quem controla esses poderes, e a demissão de Lina, com laivos de truculência, deixa isso muito claro. A empresa é, sem dúvida, a guardiã dos segredos do governo Lula.

A oposição enfrentará enorme dificuldade para fazer o seu trabalho. Uma das alternativas que tem é tornar públicos, nos limites da lei, todos os documentos que lhe chegarem às mãos. O PSDB criou o Blog da CPI para divulgar informações sobre a comissão e o andamento da investigação. Em editorial, a página eletrônica afirma: “O que nós do PSDB queremos é desprivatizar a Petrobras”, campanha que lancei neste blog no dia 8 de junho, no post É HORA DE DESPRIVATIZAR A PETROBRAS!

É o lema correto. Aliás, acho que, na rede, pode e deve ser ainda mais direto: “A Petrobras é nossa, não do PT”. Ou ainda: “PT, devolva a Petrobras ao Brasil”.


segunda-feira, 13 de julho de 2009

BASTA ! ! ! ! !


Todo dia, toda hora.
O Brasil assiste PASMO!

É impunidade!
É roubalheira descarada!
É "o cara" que faz o que bem entende dando mau exemplo de cima pra que tudo isso continue.. e cada vez pior!

É Judiciário aparelhado!
É Legislativo mancomunado!

É o Executivo desGovernado pela pior QUADRILHA que já apareceu "neztepaíz"!

É o descaso com os brasileiros!
É a canalhice intitucionalizada!

É a FALTA de VERGONHA na CARA!!!

BASTA !!!

"Só de Sacanagem"
Poesia de Elisa Lucinda na voz de Ana Carolina

O Baile Funk e os Fantasmas Indecentes



A cena ainda não aconteceu. Mas, no universo fantástico do Senado, não é desarrazoado que venha a ocorrer. Aconteceria assim:

Mesa do Senado reunida, sob a presidência de Sarney. Súbito, um assessor fantasma, nomeado por ato secreto, salta de dentro da parede.

Atônitos, os membros da mesa observam o lençol branco que paira acima dos escândalos. O assessor secreto, voz grave, comunica a Sarney:

“Presidente, a descarga não está funcionando!”

Sarney é protagonista de uma presidência de realismo fantástico. Do tipo em que o irreal é cotidiano e o estranho é comum.

Como que decidido a evitar o que já ganhou contornos de inevitável, Sarney anunciou nesta segunda (13) uma decisão que se esquivava de adotar.

Mandou anular todos os 663 atos secretos editados no Senado nos 14 anos da era Agaciel Maia. Repetindo: todos!

Sarney fez mais: determinou ao diretor-geral Haroldo Tajra que apresente, em 30 dias, um plano de recuperação dos pagamentos feitos indevidamente.

Curioso, muito curioso, curiosíssimo. Há duas semanas, discusando da tribuna, Sarney dissera:

“Não sei o que é ato secreto. Aqui ninguém sabe o que é ato secreto!” De repente, manda anular o que dizia inexistir.

Recém-nomeado, o diretor-geral Haroldo Tajra não se atrevera a negar o inegável. Mas via os atos secretos como peças não anuláveis.

Dizia que “99%” serviram para nomear ou exonerar pessoas. Gente que, no dizer dele, prestara serviços ao Senado.

Agora, além de digerir a anulação do que supunha definitivo, Tajra terá de trazer de volta as verbas arrancadas da bolsa da Viúva, veneranda e indefesa senhora.

Deve-se o aparente despertar de Sarney ao Ministério Público, que endereçou ao pseudopresidente do Senado um ofício.

No texto, procuradores aconselharam a anulação dos atos clandestinos. Depois, acionaram a Polícia Federal para investigar o absurdo.

Diante do cheiro de queimado, Sarney foi como que arrancado da letargia. Tenta livrar-se da aparência de personagem de Gabriel García Márquez.

Parece fugir da frase fatídica: “Presidente, a descarga não está funcionando!”


sábado, 11 de julho de 2009

O Código Penal Adverte


por Augusto Nunes - AQUI

Faz muito tempo que o presidente Lula perdeu de vez a vergonha de dizer idiotices em público. Faz alguns anos que passou a orgulhar-se do superlativo despreparo intelectual. Não há como evitar, portanto, que constranja o país que pensa com a descoberta de que a juventude é muito jovem, ou com a entrega de camisas da Seleção a gente tão interessada em futebol quanto em receitas de acarajé ou letras de samba-enredo. O que não se pode tolerar é a ostensiva violação da lei por um presidente da República.

“Eu não vejo crise, só uma divergência no Senado”, mentiu em Paris o viajante que, desde o começo da procissão de escândalos, enfileira falatórios que, combinando astúcia de deputado com cinismo de senador, soam ultrajantes. Lula já disse, entre tantas afrontas, que o senador José Sarney deve ser absolvido liminarmente porque “não é uma pessoa comum”. Também avisou que a prática de delinquências sempre fez parte dos usos e costumes do Congresso ─ e. por isso mesmo, a presente temporada de patifarias vai acabar em nada.

Enquanto celebra a folha de serviços prestados à pátria do ex-presidente, Lula recomenda à imprensa que deixe de hipocrisias e cuide de erradicar a praga do denuncismo. A mais recente edição da revista inglesa The Economist, respeitada por quem sabe ler e escrever em qualquer idioma, liquidou a esperteza de botequim. Onde Lula finge ver “uma divergência” a reportagem enxergou a aberração resumida no título: “Casa dos Horrores”. O Senado brasileiro, informa o texto já nas primeiras linhas, ”tem 81 membros mas, de algum modo, requer quase 10 mil funcionários para cuidar deles”. O resto descreve o que Lula faz de conta que não sabe.

O Código Penal determina a aplicação da sentença de 3 a 6 meses de detenção, além de multa, a quem ”elogia ou discursa publicamente em louvor de prática criminosa ou de seu autor”. Qualquer estudante de Direito saberá redigir uma ação judicial enquadrando o presidente no artigo 287, que trata de apologia de crime. Não importa o desfecho da história. O primeiro ato já seria uma justa homenagem aos brasileiros que cumprem a lei.

Mas que bundão...

A Foto



sexta-feira, 10 de julho de 2009

Nada mais justo...

Nada mais justo

do Blog do Sen. Álvaro Dias

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), pediu espaço para a oposição nos 94 jornais que passaram a publicar, nesta semana, a coluna semanal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aécio, um dos possíveis candidatos tucanos à Presidência, criticou o que chamou de atos “populistas” do governo

A Coluna do Lula - Veja a CHARGE por Sponholz

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Breve comentário:

Perfeita colocação!!!

Se Lula pode ter espaço gratuito em jornais.. a OPOSIÇÃO também TEM direito!!!

Nas rádios e TV's já é assim.. faz tempo.
Programa eleitoral gratuito a todos os partidos.

Direitos Iguais!!!


Ou o apedeuta que use do "pronunciamento oficial da presiMencia",
direito do Executivo para esclarecimento Institucional,

NÃO PESSOAL !


segunda-feira, 6 de julho de 2009

"O Presidente Lula está na contramão da sociedade"

Íntegra do discurso do Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), hoje, no Plenário

“A crise do Senado é gravíssima, seu desfecho é imprevisível, tudo pode acontecer.” Essas palavras iniciais, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, não são minhas, fazem parte da nova cantilena adotada pelo Presidente Lula para, mais uma vez, distorcer a verdade em benefício próprio. Com esse discurso assustador, S. Exª procurou intimidar os Senadores do PT, que cometeram o sacrilégio de insurgirem-se contra o roteiro que havia estabelecido para o período eleitoral que se avizinha.

Como que ungido por uma força sobrenatural, o Presidente Lula planejou em detalhes todos os eventos políticos para os próximos meses, para que, ao final, eleja como sucessora na Presidência a sua candidata, a Ministra Dilma, de preferência de forma consagradora, não para ela, mas para si próprio.

Entre esses eventos que fazem parte do futuro idealizado por Lula, Sr. Presidente, consta em destaque o apoio do PMDB. Interessa a S. Exª o tempo de televisão, a grande estrutura partidária e o apoio congressual em um futuro governo. E me refiro a isso tudo em sentido amplo. Não importa ao Presidente respeito às leis ou à Constituição, muito menos consideração a quaisquer princípios éticos ou morais. Nosso Presidente não tem pudor algum; tudo fará para permanecer no poder, inclusive comprometer seus correligionários e destruir o que ainda resta de dignidade no Congresso Nacional, especialmente no Senado Federal. Não tem compromisso com nada e com ninguém, a não ser consigo mesmo. Deslumbrado pelo poder e pelos índices de aprovação de seu governo, considera-se acima das instituições.

Partindo dessa análise megalomaníaca, na última semana,
[Lula] decidiu resolver a crise que se abate sobre esta Casa. Uma ingerência sem limites, vista anteriormente apenas durante a ditadura militar. Interveio para impor a permanência do Presidente Sarney. Constrangendo e ameaçando seus próprios partidários, decidiu que, contra todos os fatos, irá impor sua vontade imperial, sustentando um Presidente do Senado que não tem apoio interno para permanecer no cargo, um presidente que se transformou em uma rara unanimidade negativa frente à opinião pública. Ainda assim, como intuiu que o afastamento pode frustrar seu projeto, vai impor ao Senado e ao Brasil a permanência de Sarney.

Lula tem razão quando diz que a crise do Senado é gravíssima, mas distorce a realidade ao afirmar que o desfecho é imprevisível. A solução natural para que iniciemos uma completa reforma desta Casa é o afastamento do Presidente Sarney.

O momento posterior a esse fato é inteiramente previsível. O Vice-Presidente do Senado, Senador Marconi Perillo, irá convocar nova eleição. O PMDB irá indicar, entre os membros da sua bancada, aquele que melhor represente a continuidade do projeto de poder do Presidente da República e da parcela do PMDB que dá sustentação ao governo no Senado da República. E esse candidato será eleito – ou alguém duvida da capacidade de convencimento do onipresente Senador Renan Calheiros. Eis aí o desfecho para esta crise. Tudo ocorrerá na mais tranqüila ordem e dentro de toda previsibilidade.

A imprevisibilidade aludida pelo Presidente Lula não diz respeito ao Senado da República mas sim ao seu projeto pessoal de continuidade. Sua Excelência teme perder o domínio
Sua Excelência teme perder o domínio sobre a Bancada do PMDB no Senado – ameaça que, de forma sutil, foi levada por seus interlocutores.

Este é o quadro: um Presidente da República que pensa única e exclusivamente em si mesmo e que subjugou, de maneira vexatória, seus companheiros; os Senadores do PT, que, majoritariamente, decidiram pelo afastamento do Presidente Sarney e tiveram de voltar atrás, e, finalmente, o PMDB – ou aquilo em que se transformou o partido de Ulisses Guimarães – mais preocupado em manter privilégios do que enfrentar os reais problemas de nosso país. Hoje, o Senado, instituição centenária, é submetido aos ditames desses grupos.

O que podemos fazer, Sr. Presidente Mão Santa?

1) Chamar à razão o Presidente Sarney – que, de maneira recorrente, valoriza sua biografia, sua condição de estadista – e fazê-lo ver que está destruindo a si mesmo e a esta Casa;

2) Persuadir os Senadores do PT – ou pelo menos os que ainda guardam alguma identidade com os princípios éticos que defendiam num passado recente – a reafirmar a decisão da bancada pelo afastamento do Presidente da Casa;

3) Quanto à bancada do PMDB, não tenho ilusões; não há apelo que suplante os interesses individuais dos nossos Senadores, e V. Exª sabe disso.

Tenho horror a exercer o papel de paradigma da moralidade; não me agrada quando tentam impingir a mim essa função. Não sou diferente de ninguém e tenho como princípio não julgar quem quer que seja. Mas, a atual crise impõe uma tomada de posição, e a minha é estar ao lado daqueles que defendem o afastamento imediato do Presidente desta Casa, para que possamos voltar a desempenhar o papel institucional para o qual fomos eleitos.

Não vai aqui, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, qualquer questão pessoal em relação ao Presidente Sarney. Ressalto esse ponto, pois a cultura que se criou nesta Casa a partir do episódio que envolveu o Senador Renan Calheiros é de que críticas de cunho político são invariavelmente transferidas para o campo pessoal.

Qualquer reforma administrativa no Senado só poderá ser realizada se tiver o mínimo de apoio da opinião pública e essa condição só será atingida a partir do afastamento do Presidente Sarney. S. Exª infelizmente personifica, para boa parte da mídia e da opinião pública, todas as distorções que ocorreram nos últimos 15 anos.

O Senado vai mudar, vai mudar porque essa mudança é uma exigência da sociedade, vai mudar porque esse é o desejo da maioria dos Senadores, vai mudar pelas mãos de inúmeros servidores desta Casa que querem vê-la valorizada e respeitada. Infelizmente, essa mudança, que ocorreria cedo ou tarde, de maneira natural, será concretizada agora, em meio a uma crise. Mas ela é inexorável, pois é a sociedade que está mudando.

O Presidente Lula está na contramão da sociedade. Seus altos índices de aprovação devem-se aos inegáveis avanços sociais e econômicos que o Brasil alcançou nos últimos 15 anos a partir do Plano Real, quando vencemos, definitiva e competentemente, a inflação. O Presidente
O Presidente confunde seu governo com sua pessoa. O Presidente, presunçoso, acha que sua popularidade lhe dá o direito de julgar condutas. Absolveu os mensaleiros e os companheiros criminosos que forjaram dossiês eleitorais. Entende que todos aqueles que contribuem para o seu objetivo de poder estão acima da lei.

A sociedade a tudo isso assiste, inconformada em ver valores tão caros a ela, como a ética e honestidade, serem repetidamente desconsiderados por seu Presidente. Lula precisa saber que para tudo há um limite. Os segmentos sociais mais independentes já começam a discernir o que é bravata e o que é dissimulação.

É hora de refluir, de rever condutas. Não é mais possível aceitarmos esse patrimonialismo antiquado, esse fisiologismo que, de tão incentivado, convive amistosamente com a corrupção. Precisamos dar um basta a isso tudo, a começar pela cobrança de uma nova postura do Presidente da República, o verdadeiro responsável pelo lamentável nível da atual composição do Congresso Nacional.

Ao enquadrar a Bancada do PT no Senado e interferir de maneira despudorada em outro Poder da República, o Presidente Lula encerra de vez o sonho daqueles que o elegeram acreditando em um País mais justo.”

6 de julho de 2009

A Coluna do Lula - charge

sábado, 4 de julho de 2009

Honduras - A VERDADE

que o mundo esconde

Foto: Manifestantes marcham pacificamente em apoio ao novo governo

Texto reproduzido do Blog da Gusta

Sábado, Julho 04, 2009

Golpe em Honduras? Que golpe?

De Octavio Sánchez, advogado e ex-assessor do governo hondurenho

Às vezes, o mundo todo prefere uma mentira à verdade. A Casa Branca, a ONU, a Organização dos Estados Americanos (OEA), e grande parte da mídia condenaram a deposição do presidente hondurenho Manuel Zelaya, no domingo, como um golpe de Estado.

Isso é um absurdo. Na realidade, o que aconteceu aqui é simplesmente o triunfo da lei.

Para compreender os acontecimentos recentes, é preciso conhecer um pouco a história constitucional de Honduras. Em 1982, meu país adotou uma nova Constituição que permitiu nosso retorno à democracia após anos de governo militar. Depois de mais de uma dezena de Constituições anteriores, a atual, em vigor há 27 anos, é a que mais está resistindo.

E resiste porque responde e se adapta à mudança das condições políticas. Dos seus 379 artigos originais, 7 foram completa ou parcialmente revogados, 18 foram interpretados e 121 modificados.

Ela inclui também sete artigos que não podem ser revogados ou emendados, pois tratam de questões cruciais para nós. Os artigos que não podem ser alterados incluem a forma de governo, a extensão de nossas fronteiras, a duração do mandato presidencial, duas proibições - uma com relação à reeleição dos presidentes, a outra referente à elegibilidade para a função presidencial -, e um artigo que pune a tentativa de alterar a Constituição.

Nestes 27 anos, Honduras resolveu seus problemas ao amparo da lei.

Todos os países democráticos bem-sucedidos viveram períodos semelhantes de tentativa e erro até elaborar arcabouços jurídicos que se adaptassem à sua realidade. A França redigiu mais de dez constituições entre 1789 e a adoção da atual, em 1958. A Constituição americana foi emendada 27 vezes, desde 1789.

Segundo nossa Constituição, o que aconteceu em Honduras no domingo? Os soldados prenderam e mandaram para fora do país um cidadão hondurenho que, no dia anterior, por seus próprios atos perdera a presidência.

Estes são os fatos: no dia 26, o presidente Zelaya emitiu um decreto ordenando que todos os funcionários públicos participassem da "pesquisa de opinião sobre a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte".

Ao fazer isto, Zelaya desencadeou um dispositivo constitucional que automaticamente o tirou do cargo.

As assembleias constitucionais são convocadas para a redação de novas constituições. Quando Zelaya publicou o decreto para dar início a uma pesquisa de opinião sobre a possibilidade de convocar uma assembleia nacional, infringiu os artigos da Constituição que não são passíveis de alteração, relativos à proibição da reeleição de um presidente e à prorrogação de seu mandato. Seus atos mostraram o seu intento.

Nossa Constituição leva a sério este intento. Segundo o Artigo 239: "Nenhum cidadão que já tenha ocupado o cargo de chefe do Executivo poderá ser presidente ou vice-presidente. Quem violar esta lei ou propuser sua reforma, bem como quem apoiar direta ou indiretamente tal violação, cessará imediatamente de desempenhar suas funções e estará impossibilitado de ocupar qualquer cargo público por um período de dez anos."

Observe-se que o artigo fala em intento e também diz "imediatamente" - ou "no mesmo instante", ou "sem necessidade de abertura de processo", ou de "impeachment".

Continuísmo - a tendência dos chefes de Estado de estenderem seu governo indefinidamente - tem sido a característica fundamental da tradição autoritária latino-americana. O dispositivo da Constituição que prevê uma sanção instantânea pode parecer draconiano, mas todo democrata latino-americano sabe a ameaça para nossas frágeis democracias que o continuísmo representa.

Na América Latina, os chefes de Estado mostraram-se frequentemente acima da lei. A sanção instantânea da lei suprema impediu com sucesso a possibilidade de um novo continuísmo hondurenho. A Suprema Corte e o ministro da Justiça ordenaram a prisão de Zelaya, pois ele desobedeceu a várias ordens do tribunal, obrigando-o a obedecer à Constituição. Foi preso e levado para a Costa Rica. Por quê? O Congresso precisava de tempo para reunir-se e tirá-lo da presidência.

Com ele no país, isto teria sido impossível. A decisão foi tomada por 123 (dos 128) membros do Congresso presentes naquele dia.

Não acreditem no mito do golpe. Os militares hondurenhos agiram inteiramente dentro da Constituição. Eles nada ganharam, senão o respeito da nação por seus atos.

Estou extremamente orgulhoso de meus compatriotas. Finalmente, decidimos nos levantar e nos tornar um país de leis, e não de homens. A partir deste momento, aqui em Honduras, ninguém estará acima da lei.


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Atualização:

Enviado por Bellzinha

Honduras- Manuel Zelaya Rosales tornou-se o primeiro dos presidentes da América Latina membros do Foro de São Paulo a ser deposto pelas forças armadas. Zelaya foi subistituído por Roberto Micheletti e exilado. A primeira grande derrota do FSP e dos adeptos da Revolução Bolivarianna de Hugo Chaves.

A segunda derrota do FSP. Foi a posse do empresário Ricardo Martinelli como novo presidente do Panamá, o Foro de São Paulo deixa de comandar aquele país também. É o efeito dominó, aos poucos todos cairão e assim o Estado de Direito mais uma vez vencerá a tentativa de domínio sanguinário do estado de polícia.

Já cairam 2 Abutres do Puleiro!!!!

Pega! Pega!

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