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A promiscuidade na administração pública, sob Lula, é algo só encontrado nas republicas bananeiras. Roteiro para um filme de Woody Allen.
O mensalão construído no Palácio do Planalto, em plena Casa Civil, por José Dirceu, os dossiês forjados, também na Casa Civil, pela equipe da “doutora” Dilma Rousseff, a falsificação de diplomas pela mesma Dilma Rousseff, o enriquecimento espetacular de Lulinha, filho “genial” de Lula, a quebra de sigilo bancário de “um simples caseiro”, cujo principal acusado é o, notem, ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, a farra com o cartão corporativo, tudo isso é inimaginável num país decente.
Mas, falar em decência num país comandado por Lula é como exigir ética a um traficante. Embora os verdadeiros mafiosos tenham lá a sua ética, como escreveu admiravelmente Mário Puzo, na obra transformada em lenda do cinema por Francis Ford Coppola, através de Marlon Brando, Al Pacino e Robert De Niro.
A indecência lulista é coisa de máfia de republiqueta banana.
Lula defende, sem constrangimento, notórios pulhas, quando estes são flagrados com a mão na massa. A máfia sacrifica em nome da ética e dos negócios aqueles que se deixam apanhar ou que traem os “princípios da família”. Lula agride quem condena a bandalheira. Protege o bandido e estimula a impunidade. Talvez, num gesto de sobrevivência. Afinal, tudo indica que o presidente da República é refém dos companheiros.
No seu primarismo e cinismo habituais, Lula alega desconhecer as falcatruas de seus auxiliares. É sintomático que os mais próximos assessores do presidente da República tenham sido expelidos da administração pública e mesmo da direção do PT por corrupção.
Debochado, Lula chega ao acinte de chorar enquanto faz juras de que os companheiros são inocentes. E diz que as elites são preconceituosas e que a mídia o persegue. Numa afronta aos fatos.
Destemperado, Lula acusa a Polícia Federal, o Ministério Público e até o Supremo Tribunal Federal de perseguir os seus aliados. Em verdade, essas instituições falham ao isentar Lula de responsabilidade quanto aos crimes que os seus parceiros cometem. Afinal, quem montou a quadrilha no governo foi Lula. Por mais estúpido que possa parecer, o presidente da República não pode desconhecer o que fazem amigos íntimos. Amigos que freqüentam a sua casa há décadas e nos últimos anos transitam pelo Palácio do Planalto e pelo governo com uma “leveza” indisfarçável.
Nem Woody Allen teria coragem de, conhecendo o roteiro do governo Lula, encerrar o filme escalando a “doutora” Dilma para substituir Lula.
Afinal, Allen já estaria sabendo que ninguém compraria um carro usado pela “doutora” Dilma.
A máfia descrita por Puzo pauta os seus movimentos pela ética. Ética da máfia. Mas é uma ética.
O lulismo é aético.
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Breve comentário:
Sarney está defunto. "Vilma" também.
Apenas esqueceram de avisar os mortos.
O PT ainda se salva, por pouco..
mas o Lulismo morre com eles.

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