sábado, 30 de janeiro de 2010

"Rafael" não, Presidente, "Rafale"

Artigo da Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira, Dra. em Língua Portuguesa (*)
Publicado originalmente AQUI

O Brasil é um país culturalmente rico, como se pode constatar pelos exemplos incontestes no seio político da República.

Cultiva-se a cultura da mentira, a cultura do estelionato político, a cultura da corrupção, a cultura da mediocridade governamental, a cultura da impunidade, entre outras. Em suma, lenocínio cultural total, cujos proxenetas são antigos seqüestradores, integrantes do assalto ao cofre do Adhemar e aos de bancos, agora, assaltantes, sem armas e sem sobressaltos, dos cofres públicos, em favor de uma prostituída ideologia.

Li, num artigo, que o acordo Lula-Sarkozy causará o mais estrondoso escândalo de corrupção, jamais visto na história deste país, o que significa impostos escoados pelas sarjetas, de onde vieram os escabrosos personagens deste governo. O apátrida, no alto de sua ignorância, deve ter zombado da Índia, país que venera a vaca, mas não a põe na sala de visitas, como quer pôr no Planalto os aviões superfaturados do marido da Carla.

É voz pública que cento e vinte e seis aviões da francesa Dassault custarão para aquele país dez e meio bilhões de dólares, valor que esta empresa cobrou ao Brasil, na compra de, APENAS, trinta e seis caças e sem absoluta certeza de estar incluída neste conto do vigário, a tal transferência tecnológica. O país da vaca sagrada exigiu transferência MESMO de tecnologia, além de serem as máquinas testadas em diversas regiões indianas com diferenças climáticas de grande impacto, treinamento de pilotos e a inclusão de equipamentos bélicos dos aviões. A Dassault concordou com todas as exigências da Força Aérea Indiana. Nas suas rígidas regras de avaliação, a Índia considera o Rafale, o pior entre todos os concorrentes. O que faz, então, esta empresa impor suas razões, e serem cordatamente aceitas pelo governo brasileiro?

O que incomoda não é propriamente a ignorância deste arremedo de presidente, porque, sabemos, é crônica mas a sua presunção de conhecimento, numa ostensiva e vaidosa demonstração de ingerência nos assuntos especificamente aeronáuticos. Essa atitude, além de ser uma comprovação de sua animosidade com os militares e demonstração de estar acima dos interesses do Estado, leva a especulações sobre os motivos de a preferência do apedeuta por um tipo de caça, do qual não se interessa em saber as suas especificações, prevalecer sobre os relatórios, altamente técnicos da Força Aérea Brasileira. Além disso, mantém-se sob sigilo o montante das licitações, desconhecendo-se se realmente ocorreram, não se levando em conta as necessidades reais de nossos aviadores, a sua segurança no ar, a segurança nacional. O que transparece aos atentos observadores dessa grosseira manipulação do dinheiro público, é que o grupo, ávido por este acordo, visa, exclusivamente, a lucros extraordinários.

O Brasil sempre esteve à mercê de presidentes mercenários, porém, mais preocupante é um presidente mercenário sem luzes, pois, incapaz de ponderar questões de importância do Estado, alia-se prazerosamente aos seus congêneres de países colonizadores, dispostos todos a sugar não as tetas da vaca sagrada, mas o sangue do contribuinte brasileiro. Para Lula, o Filho, na sua dificuldade articulatória e de soletração, os caças RAFAEL (Não, presidente, RAFALE!) são o que a sua experiência nas portas das fábricas, nas reuniões sindicais, nos encontros com Dirceu e Duda, na convivência com a Dama Dilma lhe aponta como os mais indicados para a defesa da soberania nacional.

Chega-se à conclusão irretorquível: em se tratando de povo, vale mais o que adora a vaca sagrada do que aquele que vota num asno para presidente.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PiriPAC

O Brasil continua na merda, mas a grande preocupação nacional
é o piriPAC do presiMente bebum

Esse piriPAC do Apedeuta, após discurso rancoroso, mentiroso e eleitoreiro em Pernambuco, na minha opinião, é puro DIVERSIONISMO.

Não acredito em um única vírgula dessa FARSA!

Vejamos alguns dos motivos para o tal "stress":

- O golpe desmascarado do PNDH 3 ainda não foi pra debaixo do tapete.

- VoxPopuli não agradou, estão escondendo as pesquisas.

- Os palanques com a terrorista estão cada vez dando menos "resultado" (nem os petistas aguentam mais tantas mentiras)

- Golpe contra TCU e Congresso veio à tona.

- MST e PT desmascarados em vídeo

- Pilhas de outros golpes estão sendo descobertos, criticados e devidamente atacados.

- Lula desde o início não queria ir a Davos. Fez teatrinho no FSM prometendo "jogar na cara dos ricos a crise e a tragédia do Haiti". Na hora H, deu pra trás.

INVENTOU uma desculpa pra não ir a Davos e para "abafar" os escândalos diários...

Com a ajuda de Franklin Goebbels Martins, apostou no coitadismo e na imprensa e oposição que agora deverão ser mais bondosos com o pobrezinho adoentado...


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ABSURDO! Blogueira Censurada ameaçada de Prisão !!!

do Blog de Adriana Vandoni - Prosa e Política - AQUI

25 de janeiro de 2010 às 12:33 hs.

EXTRA! EXTRA! Diretor do Dnit, Luis Pagot, pede prisão de blogueira e juíza aceita

Gente, quem mandou eu não aceitar a censura prévia?

Pagot revista IstoÉA juíza Flávia Catarina Amorim aceitou a queixa-crime feita por Luis Pagot (foto), diretor do Dnit (aquele citado ontem pela Folha na Operação Castelo de Areia), contra mim. Pagot pede minha prisão, alegando difamação e injúria. Mais ou menos 3 anos e meio.

Em julho d

o ano passado houve a audiência de conciliação. Foram quase três horas onde Pagot tentou, em vão, me convencer

de não ser processada por ele. Lá o promotor de Justiça, esqueci o nome dele, só sei que é DJ também, queria discutir comigo a “forma” de da minha escrita. Veja bem: o ministério

público estadual queria interferir na forma da escrita. Não aceitei, como também não aceitei a proposta feita pela justiça, de que tudo que eu escrevesse sobre Pagot, ant

es de publicar enviasse a ele para ser aprovado ou não. Agora a juíza recebeu a queixa. Eu terei 10 dias, a partir da notificação, para apresentar

minha defesa. Estou aguardando o oficial de justiça.

Esta será uma loooonga novela, talvez comece a andar mesmo já no tempo em “Pagot di

retor geral do Dnit”, será apenas uma triste lembrança.

Leia aqui a íntegra da Ação de Pagot

por: AdrianaVandoni

Quem são nossos Heróis?


Militares mostram o que é
representar o povo brasileiro



quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

2010 está só começando...


Não estou nem tanto preocupada se vai ganhar o Serra, ou a Marina, ou algum novo candidato que tenha um bom programa (tomara surja algum que preste...).

O que não dá é aguentar essa campanha maciça, bilionária e fraudulenta, usando a máquina do estado - e nosso dinheirinho suado - pra promover a BANDIDAGEM que impera hoje, impunemente, "neztepaíz".

2010 mal começou...

É ano de "GUERRA" eleitoral.

Todos os MONSTROS estarão à solta!

Logo logo o blog (este e muitos outros) vai ser invadido por um bando de canalhas comunistas fazendo campanha pra guerrilheira e atacando a todos que forem contra a bandidalha.
(Já começaram, mas vai piorar)

E vamos ser tachados de reaças, filhotes da ditadura, e o escambau, só porque não concordamos com "elles".

Os revanchistas vão atacar a Ditadura de 40 anos atrás pra "justificar" suas ações terroristas e idéias totalitárias, assim como para difundir (ainda mais) todas as mentiras que vem pregando e "doutrinando" ao longo desses anos todos.

Vão nos CULPAR pelas suas "escolhas" erradas de pegar em armas, de praticar assaltos, de cometer atentados à bomba matando inocentes, de assassinar a sangue frio e promover "justiçamentos" entre eles próprios considerados "traidores da causa".
(Embora nada tenhamos com isto, muitos até tendo nascido bem depois de tais acontecimentos)

Não foram os terroristas que levaram o país à Democracia. Estes só queriam implantar a Ditadura do Proletariado. Uma Ditadura igual à de Cuba.
Foram pessoas de bem, em acordos amplamente debatidos e negociados por ambas as partes, representados por grupos lúcidos, conscientes e defensores da não violência, que pacificaram o país após uma época conturbada e repressora.

Mas o "grupelho" dos violentos que pegaram em armas - porque quiseram! -, hoje, revanchistas, 40 anos depois, querem nos IMPOR uma sociedade COMUNISTA, como já "anunciado", escrito e assinado no PNDH 3, mesmo que não queiramos.

Tentam nos IMPOR, por todo e qualquer meio, a qualquer custo, uma candidata terrorista "aposentada"(?).

Alguém que tem “orgulho” de saber montar um fuzil até no escuro,
- que mente descaradamente,
- que falsifica diploma até no Lattes,
- que acha “normal” o terrorismo e pegou em armas PQ QUIS!,
- que participou ativamente e/ou intelectualmente de assaltos e atentados

- que não conseguia dormir bem porque o colchão ficava "desconfortável" com tantas armas embaixo escondidas,

- que fabrica dossiês na Casa Civil contra opositores
- que pede “agilização” de processo do Sarney, e depois nega e frauda as gravações
- a mãe do apagão e do PAC empacado???

ISSO é que os petistas “defendem” na presiMencia?

Não bastou o “paíz” ter aturado o Beócio cachaceiro.. e agora uma BANDIDA?


Gente RUIM não tem limites, não tem consciência, não tem valores, não tem vergonha na cara e não tem escrúpulos!

É o VALE TUDO pelo "PUDÊ".

E sempre é importante lembrar:

Assim como não existe ex-torturador, também não existe ex-terrorista !!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Direitos Humanos

Artigo de Denis Lerrer Rosenfield*
Estadão Opinião - 18/01/2010

O atual governo, em íntima colaboração com os ditos movimentos sociais e as alas mais à esquerda do PT, está produzindo uma completa deformação dos direitos humanos. De perspectiva universal, eles estão se tornando, nas mãos dos que teimam em instaurar no Brasil uma sociedade socialista/comunista, um instrumento particular de conquista do poder. Acontece que essa conquista do poder é agora mais insidiosa, passando por uma ampla campanha de formação da opinião pública.

De fato, se perguntarmos a qualquer um se é favorável ou não aos "direitos humanos", a resposta será certamente "sim". Se fizermos a mesma pergunta por uma sociedade socialista/comunista, a resposta será majoritariamente "não". Eis por que a forma de influenciar a opinião pública pressupõe essa armadilha das palavras, que corresponde a um plano ideológico predefinido.

Eis uma das razões de por que o dito programa insistiu em abrir uma crise com os militares, com o intuito claro de indispor a sociedade brasileira com a instituição militar. O uso de expressões como "repressão política", agora alterada para "violação dos direitos humanos", tem precisamente o propósito de reabrir uma ferida, de preferência infeccioná-la, para que o projeto socialista/comunista possa tornar-se mais palatável. Afinal, os militares seriam, nessa perspectiva, os "repressores", enquanto os que pegaram em armas por uma sociedade comunista seriam as "vítimas", os "democratas".

Maior falsificação da História é impossível. Os que lutaram contra o regime militar, em armas, fizeram-no, por livre escolha, em nome da instalação do comunismo no Brasil. A guerrilha do Araguaia era maoista, totalitária. Não o fizeram pela democracia. São, nesse aspecto, responsáveis por suas escolhas e não deveriam ter sido agraciados com a "bolsa-ditadura". Se optaram pelo comunismo, deveriam ser responsáveis por sua opção e não deveriam colocar-se como vítimas. Lamarca, Marighella e o próprio secretário Vannuchi pretendiam instalar o totalitarismo no Brasil. O primeiro, aliás, era um assassino confesso, tendo matado covardemente um refém, um tenente da Polícia Militar de São Paulo, a coronhadas. Eis os heróis dos "direitos humanos".

Todo o documento está escrito na linguagem própria dos ditos movimentos sociais, que são organizações políticas com o mesmo propósito socialista/comunista. Em seus documentos não escondem isso, embora, para efeitos públicos, utilizem a linguagem mais palatável dos "direitos humanos". O "neoliberalismo" e o "direito de propriedade" se tornam os vilões dessa nova versão deturpada dos direitos humanos.

Reintegrações de posse não seriam mais cumpridas sem que antes uma comissão de "direitos humanos" fizesse a mediação entre as partes. Ou seja, uma decisão judicial perderia simplesmente o valor. Na verdade, esses comitês seriam erigidos em instância judiciária final, que decidiria pelo cumprimento ou não de uma decisão judicial. O MST julgaria a ação do MST. No Pará, onde esse modelo já foi aplicado, por recomendação da Ouvidoria Agrária Nacional, o caos é total. Até intervenção federal, encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foi pedida ao Supremo. A Justiça lá não era mais respeitada.

Qual é, então, o objetivo dessa diretriz de impedir o cumprimento de decisões judiciais? Legitimar, se não legalizar, as invasões dos ditos movimentos sociais, que teriam completa liberdade de ação. Sequestros, destruição de maquinário, corte de tendões do gado, incêndio de galpões, destruição de alojamentos de empregados e sedes de empresas não seriam mais crimes, mas expressões de ações baseadas nessa muito peculiar doutrina dos direitos humanos.

O agronegócio, em particular, vira vilão no documento. Não faltam críticas às monoculturas de eucaliptos, cana-de-açúcar e soja, que, nessa exótica perspectiva, seriam culturas atentatórias aos direitos humanos. A falta de qualquer cultura nos assentamentos seria, essa, sim, expressão de uma nova forma de agricultura. Os despropósitos, porém, não param por aí. Os setores de habitação e de construção civil são, também, novos alvos. Há propostas sobre novas abordagens do Estatuto das Cidades, que deveriam corresponder a essa nova doutrina. E até uma expressão algo enigmática de identificação de "terras produtivas" nas cidades, seja lá o que se queira dizer com isso. Em todo caso, o esquema é o mesmo. A invasão de um prédio em construção não seria suscetível de sentença judicial de reintegração de posse sem antes passar por uma "mediação" dos ditos movimentos sociais. Os mesmos que invadem são os que fariam a tal mediação.

Não pensem os industriais que essas medidas não os afetam. Também há no cardápio medidas dirigidas a esse setor. A expansão de uma usina de etanol, de uma siderurgia, de uma empresa de mineração deveria passar pela aprovação de um comitê de fábrica, por razões ditas ambientais. Não bastariam as licenças ambientais, já suficientemente rigorosas, mas, se esse plano for levado adiante, seria, então, necessário passar por esses novos "sovietes", porque é disso, na verdade, que se trata.

Para que as medidas sejam totais é imprescindível que a opinião pública seja controlada. Se elas forem mostradas em seu autoritarismo, certamente não passarão. Eis por que as empresas de comunicação deveriam estar subordinadas a um "conselho de direitos humanos", de fato, à autoridade dos novos "comissários da mídia", cujo poder poderia chegar a revogar uma concessão. Por exemplo, a filmagem divulgada pela Rede Globo de destruição dos laranjais da Cutrale seria, nessa nova ótica, atentatória aos "direitos humanos", por "criminalizar os movimentos sociais". Os novos comissários, que têm a ousadia de se apresentar como representantes dos direitos humanos, solapariam as próprias bases da democracia. Eis o que está em questão. O resto é palavreado!


* Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS

Denúncias! Reaja Brasil!

Transcrito do blog de Paulo Pavesi*

VOCÊ PRECISA CONHECER ESTA HISTÓRIA.
ALGUÉM PRECISA FAZER ALGUMA COISA!

Meus amigos blogueiros. Escrevemos tantos textos sobre as mazelas do atual governo e que muito pouco podemos mudar. Mas no caso desta brasileira, se nos unirmos podemos mudar muita coisa, enquanto é tempo.

Texto enviado ao governador Jaques Wagner.

Desde 2006, uma cidadã brasileira vem enfrentando o descaso e a omissão do poder público baiano. O nome desta cidadã é ANA MARIA C. BRUNI que reside na cidade de Itacaré. Há 3 anos esta senhora percorre todos os balcões e portas de autoridades da Bahia e nenhuma condição de ajuda lhe é proporcionada.

Um bando de vigaristas impuseram um duro golpe a esta cidadã cujo único desejo ao procurar Itacaré era ter uma vida em paz, num imenso paraíso. Ao contrário, descobriu que nem tudo é o que parece ser e que o paraíso pode na verdade ser um inferno bem quente.
" Soube no final da tarde, nesta cidade sem jornal ,que uma matéria postada num dos meus Blogs Territorio Itacare sobre a prisão de um traficante está sendo distribuída pela cidade como se fosse de jornal.

Para complementar o " orelha seca" como denominam o difamador criminoso divulga que eu é que entreguei o tal traficante para a policia!

Então vamos esclarecer:

A matéria não é minha, é de outro blog e tem o link . Acrescentei elogio a nova delegada de Itacaré.

Estou há 3 anos denunciando policiais da civil, da militar e a corja que se infiltrou em minha vida e não querem me escutar, nem investigar.

Não conheço os traficantes de Itacaré, muito menos este que foi preso.

Itacaré é uma cidade muito pequena, se quiserem prender realmente estes traficantes prenderão como assim fizeram com este da matéria.

Itacaré não merece ser considerada o paraíso das drogas. Combato as drogas em minhas postagens pois vejo o mal que elas trouxeram para esta cidade. Então vamos deixar bem claro! Os criminosos que eu tinha de denunciar já foram denunciados.

Para A Corja que pretende com mais esta armação que eu sofra retaliações agora por parte de traficantes ,certamente denunciados ou envolvidos com eles ,desejo que continuem para sempre nestas terras infernais e jamais alcancem o paraíso.
E um lembrete, estes caras reconhecem seus iguais!

Então a armadilha está feita, quando acabarem comigo será mais um daqueles casos baianos sem solução. Quem será o culpado? A corja, os antigos policiais desta cidade ou os traficantes? "
Caro Jaques Wagner. Eu não estou pedindo para que quebre regras e ultrapasse os limites da lei. Estou apenas pedindo que ela seja protegida, pois este é um direito fundamental do ser humano, independente de qualquer situação. Gostaria de ver o Ministro Vanucci fazer o mesmo esforço para protege-la, como fez para transportar a ossada de um terrorista com honras de estado.

Ao mesmo tempo, se algo acontecer a esta mulher, poderei chegar a algumas conclusões:

1. O seu governo protege traficantes de droga que perseguem pessoas que lutam contra isso.

2. A corrupção tomou conta da Bahia e o senhor sabe disso. Afinal, este e-mail está lhe avisando.

3. O senhor não tem qualquer controle ou responsabilidade para ocupar o cargo que ocupa.

Estou na Itália, asilado humanitário, sob proteção do governo Italiano após ter denúnciado uma quadrilha de traficantes de órgãos que está sendo protegida pelo governo PT. Estou atento ao caso BRUNI e se algo acontecer, acredite, vou fazer muito barulho aqui fora, como já estou fazendo. Talvez o barulho não seja ouvido ai - ainda - mas acredite, eu tenho como fazê-lo. Se algo acontecer a ela, o senhor será o responsável.

Cumpra com a sua obrigação e peça a atenção do secretário de segurança pública, antes que seja tarde demais.

Ela é brasileira. Uma lutadora e merece respeito!

por Paulo Pavesi

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Tráfico de Órgãos

Conheça a história de Paulinho (e muitos outros...) - AQUI

Paulinho - 10 anos

Paulinho - 10 anos
Assassinado pela máfia de tráfico de órgãos em Poços de Caldas, Minas Gerais

Assista ao trailer do documentario sobre trafico de orgaos

Veja todas os posts e as informaçoes sobre o documentario realizado em Roma, que aborda o assunto trafico de orgaos e que a imprensa brasileira nao quer divulgar. O documentário tem a participação de Paulo Pavesi e ganhou o festival internacional de cinema de Roma: Clique aqui

Asilado na Itália - *Paulo Pavesi, há 8 anos luta contra a Máfia do Tráfico de Órgãos de Minas Gerais. Agora sob proteção internacional do Governo Italiano através de asilo humanitário concedido em 17 de Setembro de 2008

sábado, 16 de janeiro de 2010

Perderam a Noção!

Artigo de Percival Puggina*

“Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos”.

O texto acima transcreve uma das propostas contidas no tal Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3, para os íntimos). Deixemos de lado tudo que se pode presumir sobre a capacidade intelectual de quem escreve um texto desses, que poderia constar como exemplo de má redação em cursinho pré-vestibular. Deixemos de lado. O decreto é todo assim. É um calhamaço disso. É um calhamaço que o presidente afirma que não leu e eu acredito que ele não leu, ao passo que eu li e não acredito no que li. Lula jamais se deteria, mesmo, sobre aquelas 31 mil palavras, ou acolheraria todas as suas 186 mil letrinhas. Teria uma indigestão.

Mas, como estava dizendo, eu li. Depois de ler, dei-me conta de não haver encontrado, em parte alguma, a palavra invasão. Usei, então, aquele dispositivo do Word que manda localizar o que se quer e constatei que, de fato, invasão não constava do texto. Aí, lembrei-me de que eles não usam, mesmo, esse vocábulo. Preferem dizer ocupação porque invasão tem esse jeito, assim, tipo “tomar para si o que é dos outros”, que pega mal. Procurei, então, ocupação. Nada! Ué! Mas o tema aparece no decreto, adverti meus botões. Que nome deram para isso, agora?

Acabei encontrando. Ali está, repetidas vezes, a palavra “conflito”. Sempre que necessário descrever a tal situação que se reproduz centenas de vezes por ano em todo o país, não raro em ciclos prenunciados como meses vermelhos de acirramento das investidas contra as propriedades privadas, o decreto fala em conflito. Você sabe como isso funciona na prática, leitor. Sob as ordens do comandante-em-chefe Stédile, um grupo de suas milícias invade uma propriedade, destrói tudo que encontra pela frente, põe os proprietários a correr, cava trincheiras, dizima lavouras, equipamentos e rebanhos, afronta as autoridades, rasga ordens judiciais para abandonar o local, etc., etc.. E o decreto assinado pelo Influente designa o episódio como “conflito”. Quer transformar as ações do MST em algo semelhante ao que ocorre quando se verifica uma contradição entre interesses aparentemente iguais e legítimos. “A” quer algo e “B” também, cada qual com seus documentos. Tem-se um conflito.

Assim, com esse eufemismo, o PNDH-3 propõe um instrumento muito moderno, operacional e racional, que é a mediação em casos de divergência entre interesses privados. No entanto, leitor, não é disso que se trata. Aliás, até os procedimentos usuais, que hoje obrigam o proprietário a requerer reintegração de posse em casos de flagrante esbulho possessório, praticado sob as barbas das autoridades, já são de extrema benevolência para com os invasores. Fazer o que o novo decreto pretende, sujeitando o magistrado (e o proprietário) a uma audiência prévia de mediação é uma coisa de doido. Imagine a situação, na prática: o comandante-em-chefe Stédile mandou invadir. A turma invade e demole tudo. Estabelece-se um “conflito”. Promove-se, então, uma “mediação”. Entre quem? Entre os bandidos e a sua vítima! Entre os invasores e o invadido! Para negociar o quê, santo Deus? Perderam completamente a noção de limites.



*Percival Puggina (65) - Blog - é arquiteto, empresário, escritor, articulista de Zero Hora e de dezena de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo e de Cuba, a tragédia da utopia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

As Entranhas Totalitárias do PT

Artigo de Maria Lucia Victor Barbosa - originalmente AQUI

O que pretende o PT? A quem interessa o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) gerado pela obsessão autoritária do secretário de Direitos Humanos Paulo Vannuchi, parido pela Casa Civil comandada pela candidata Dilma Rousseff e, o que é mais grave, transformado em decreto assinado pelo presidente da República Lula da Silva?
Não é estranho que em plena campanha da candidata do presidente, o governo petista com anuência de seu escalão mais alto onde se inclui o ministro da Justiça, Tarso Genro, resolva afrontar as Forças Armadas, a Igreja, os produtores rurais, a imprensa, o Judiciário? Afinal, voltou-se à carga para censurar a mídia, acabar com a propriedade, incitar ódios de cunho revanchista. Um figurino para Stalin não por defeito.
Seria esse arremedo de Constituição à lá Chávez uma satisfação dada à esquerda para que seja esquecido o desagradável fato de seu governo estar sendo o mais corrupto de toda nossa história? Governo de um partido que copiou tudo que antes duramente criticava, que cuspiu na ética que dizia ser o único a possuir, que transformou a ideologia que simulava ostentar em ganância de poder pelo poder.
Pode ser que o decreto que o presidente diz ter assinado sem ler – o que ser for verdade demonstra incompetência, irresponsabilidade e incapacidade para governar o país – seja uma demonstração de força. É como se a cúpula petista dissesse:
“Estamos pouco nos lixando para a repercussão negativa da constituição que nos sustentará no poder junto com Dilma Rousseff. Parabéns para nós que finalmente dominamos a arte da propaganda enganosa, que conquistamos todos os espaços no Estado. O Estado é nosso e nos o fortaleceremos cada vez mais. Não podemos perder o que conquistamos”.
Ou será que a celeuma gerada pelo decreto a partir da revogação da Lei da Anistia não pretende desviar atenção de fatos mais preocupantes ou comprometedores para o governo?
Em todo caso, o PT é muito ardiloso. A capa que veste o PNDH-3 tem título cativante: direitos humanos. Esses direitos pareciam se restringir a punição a militares, como quer Paulo Vannuchi que propõe a revogação da Lei da Anistia. Só que o secretário de Direitos humanos não levou em conta que anistia quer dizer perdão, esquecimento para dois lados. Logo alguns militares retrucaram dizendo que não só tortura, mas terrorismo também é crime hediondo, que tem muitos terroristas no governo atual, incluindo a candidata do presidente.
Acesa a discussão sobre o tema, foram furtivamente apresentadas num calhamaço de 92 páginas as reais e profusas “leis” que Vannuchi diz ter colhido em congressos realizados pela sociedade civil e que, portanto, expressam dessa a vontade.
Que sociedade civil seria essa que não incluiu a imprensa, a Igreja, os produtores rurais, o Judiciário, os partidos políticos, as FFAA? Estaríamos diante dos “direitos dos manos”? Das massas de manobras das “democracias diretas”? Não seriam os “conselhos de direitos humanos” os sovietes do PT? Entretanto, o “poder dos sovietes” da Rússia de outubro de 1917, transformou-se rapidamente no poder do Partido Bolchevique sobre os sovietes.
O PNDH-3 escancarou as entranhas totalitárias do PT, quis mostrar que Lula foi só preparação menchevique para a segunda fase bolchevique com Dilma Rousseff. Só falta Vannuchi propor a destruição do Cristo Redentor para colocar em seu lugar, abençoando o Rio de Janeiro, uma monumental estátua de Che Guevara. No mais, serão abolidas todas as liberdade, incluindo a de pensamento. Esse filme de terror já foi visto pelo mundo.
E enquanto Vannuchi se preocupa em acabar com a Lei da Anistia, Celso Amorim oferece a mão do governo brasileiro ao Hamas, organização terrorista que não está nem aí para direitos humanos. Aliás, Lula continua in Love com Ahmadinejad e provavelmente continuará a gracejar comparando os que morrem nas ruas ao se oporem às eleições fraudadas pelo déspota que nega o holocausto, a briga de torcidas de futebol.
O PT mostrou suas entranhas totalitárias, consciente que pode fazer sucesso. Haverá um recuo tático e depois se volta à carga. Petistas conhecem bem o que afirmou Tzvetan Todorov: “O totalitarismo é uma máquina de tremenda eficácia. A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la: não faz parte da identidade humana o desejo de transformar o mundo em nome de um ideal? (...) Além do mais, a sociedade comunista priva o indivíduo de suas responsabilidades: são sempre ‘eles’ quem decidem. Ora, a responsabilidade é frequentemente um fardo pesado a ser carregado (...) A atração pelo sistema totalitário, experimentado inconscientemente por numerosos indivíduos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade – o que explica a popularidade de todos os regimes autoritários”.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga


domingo, 10 de janeiro de 2010

O Golpe Comunista do PNDH-3

Farsa, Golpe e o Decreto 7.037, de 21/12/2009
Artigo de Bruno Engert Rizzo, publicado originalmente AQUI

A esquerda tem feito um jogo ambíguo e perigoso que tem nos conduzido cada vez mais para um regime totalitário.

O discurso para a classe média continua sendo aquele do fortalecimento da democracia, da igualdade e estranhamente até de ideais republicanos.

Mas os atos a política do governo são movimentos na direção oposta do discurso. Passo a passo estamos sendo lançados num caminho de retorno difícil e doloroso. O Foro de São Paulo é a prova cabal e inequívoca da verdadeira intenção meta da esquerda brasileira.

Até então o governo vinha agindo de forma aparentemente descoordenada e poucos percebiam o que existia por trás de uma série de acontecimentos orquestrados pela política capitaneada por Lula e aqueles que o manipulam.

Lula e a esquerda que o cerca idolatram Cuba e Fidel Castro. Isto já não é segredo, pois todos declaram esta idolatria publicamente. Este fato isolado seria mais do suficiente para perceber qual era o único objetivo desta esquerda que assumiu o poder.

Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Mink Baumfeld, a eminência parda José Dirceu e praticamente toda cúpula do atual governo são ex-terroristas treinados em Cuba e na China com o objetivo de, na década de 60, promover uma revolução comunista armada no Brasil e transformar o país num satélite soviético. Aqueles que julgam esta afirmação uma teoria da conspiração, sugerimos que consultem a biografia destes indivíduos e confrontem datas para descobrir que a esquerda planejava tomar o poder antes de 1964. Portanto não poderiam ser libertadores e oposição a uma “ditadura militar” que antes de 1964 não existia.

Estes fatos são passado. Mas a política atual é fruto daquele movimento que aparentemente fracassou e agora vingou não pela força, e sim por um golpe populista.

Na última década vimos o país entrar numa decadência moral nunca experimentada na história. Esta corrupção institucionalizada e o sentimento apátrida que dominou mentes e almas não são mera coincidência.

A pátria foi separada em duas metades. Aquela representada pelo futebol e por glórias olímpicas continua sendo cultuada, pois é inócua e fazem parte da política pão e circo.

A outra metade que representa o sentimento mais nobre de fidelidade e valores, foram objeto de programas difamatórios que transformaram todo passado de glória, heróis brasileiros e mesmo o culto aos símbolos da pátria em coisa ridícula e démodé.

O enfraquecimento das instituições e uma sociedade apática abrem caminho para uma mudança de regime que no início virá de forma pacifica para neutralizar resistências, mas gradativamente se transformará num regime monstruso como Cuba.

Outros fatos que chama a atenção e não são meras coincidências:

- enquanto a população civil vem sendo desarmada, o MST está sendo equipado e transformado num verdadeiro exército revolucionário. O MST é hoje uma grave ameaça à democracia que já tem ligações com o narcotráfico e com as FARC. Na zona rural o legítimo poder de defesa da propriedade já não existe, seja por terem desarmado os fazendeiros, seja por terem transformado integrantes do MST em criminosos intocáveis;

- a primeira etapa da revolução comunista já foi consolidada através dos múltiplos programas assistenciais do governo. O Brasil tem hoje mais de 60% da população pendurada em programas de distribuição de bolsa família ou outras formas de compra de votos à prestação.

- as Forças Armadas, talvez o último bastião de resistência, tem sido neutralizadas e acuadas por sucessivos atos que tal como num jogo de xadrez, vão deixando cada vez menos espaço de movimento. O revanchismo e a necessidade manter o “regime militar e sua barbárie” na pauta diária não é mera coincidência, muito menos um clamor da sociedade que já enterrou este passado.

- o enriquecimento ilícito e mesmo o lítico, porém antiético, de toda cúpula de esquerda no poder, é outro fato inquestionável e constitui um verdadeiro paradoxo que só demonstra ma fé daqueles que pregam democracia, igualdade e direitos humanos.

- todos estes fatos juntamente com uma lista de outros que tornariam a leitura enfadonha, criam as condições necessárias e preconizadas pela doutrina soviética para iniciar a instalação do estado comunista.

Até então, olhos menos atentos talvez não pudessem perceber todo jogo político. Acontecimentos macabros pareciam frutos do acaso, de corrupção ou iniciativas isoladas sem coordenação. Contudo o governo já se sente seguro para dar o próximo passo e publicou no apagar das luzes de 2009 um decreto que nos mostra sua verdadeira intenção.

O Decreto nº 7.037 de 21/12/2009, travestido com o nome bonito de Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3, é uma tentativa de antecipar alguns passos e implantar os primeiros dispositivos legais para efetivamente promover uma transição de regime.

A íntegra do decreto está disponível AQUI, em pdf

Como sempre, termos com democracia, direitos humanos, transparência e outros muito em voga no discurso da esquerda, abundam no decreto e servem para maquiar o decreto que em sua essência atenta contra todos estes princípios.

O decreto tem início com um discurso atraente.

“Ao assinar o decreto presidencial que institui o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3, reafirmo que o Brasil fez uma opção definitiva pelo fortalecimento da democracia. Não apenas democracia política e institucional, grande anseio popular que a Constituição de 1988 já materializou, mas democracia também no que diz respeito à igualdade econômica e social.”

Quem não o lê com atenção não percebe o que existe por traz de 228 páginas de palavrório.

Parte do documento é a verdadeira disseminação de desinformação, pois prega como políotica de governo tudo aquilo que não tem feito. Ou seja, é a mentira impressa em papel e inserida no discurso para encobrir fatos e escândalos que estampam manchetes de jornais diariamente.

Falar em direitos, respeito, cidadania, dignidade da pessoa humana, democracia e paralelamente financiar a barbárie do MST e de outros movimentos congêneres, é de um cinismo a toda prova.

Falar em saúde, segurança e educação e sucatear todo sistema como tem sido feito pelo governo, é querer lançar uma cortina de fumaça sobre a verdade para em seguida promover gigantescas e caras campanhas publicitárias para divulgar a grande política de intenções do governo, como se escrever palavras bonitas fosse a política em sí e os resultados se produzissem por vontade divina.

Outra parte do decreto traz no bojo aspectos preocupantes, seja por lesarem interesses brasileiros, seja por preparem o terreno para uma mudança de regime.

As questões do índio e de quilombolas tem sido conduzidas de forma lesiva ao país e fatalmente levarão à fragmentação República. Estamos caminhando rumo à política preconizada pela Organização das Nações Unidas que aprovou em assembléia a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. Esta declaração é o apoio legal internacional para índios, que no Brasil são proprietários de áreas maiores que países e já gozam de privilégios que ferem a soberania brasileira, reivindiquem sua independência com base no conceito de “povos” e “auto-determinação”. O assunto já foi abordado em detalhes em outros artigos.

O capítulo que trata do Direito à Memória e à Verdade é uma farsa, pois não descreve exatamente o que está sendo urdido nos bastidores. A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça já concedeu mais indenizações à vítimas do regime militar, do que a Alemanha concedeu à vítimas do regime nazista. Fere até o bom senso, mas é fato e pior, o governo quer ampliar estas indenizações. Além disso, desejam revogar a lei de anistia, para apurar unilateralmente eventuais excessos cometidos por agentes do governo militar, sem abrir a página mais obscura da história brasileira que esconde todos os crimes cometidos pela esquerda que hoje está no poder. São assassinatos, assaltos, sequestros, justiçamentos, torturas e outros crimes que estão nos arquivos mais bem guardados da República.

O capítulo que trata da valorização da pessoa humana, o governo quer outorgar aos sindicatos de trabalhadores e centrais sindicais o poder de opinar sobre licenciamento urbanístico e ambiental de empreendimentos. Com isso os sindicatos ganham status de órgão licenciador e interesses do Estado se misturam com interesses sindicais.

Ainda neste tópico está implícito que bandos como o MST e congêneres que o governo considera “movimentos sociais” passem a opinar sobre desapropriações e participem da elaboração da política de assentamento.

Existem outros aspectos ocultos neste decreto. Além disso, a leitura de 228 mostra uma farsa total, pois cria um mundo paralelo e idílico que nunca saíra do papel.

Um governo que não consegue executar um orçamento com programas concretos como o PAC, “Minha casa minha vida”, entre outros, não terá capacidade de desenvolver programas tão etéreos e sem compromisso como estes impressos em 228 páginas.

Lamentavelmente o país caminha para um desastre e poucos se dão conta ou estão indiferentes. Queira o destino, a bem de nossos filhos, que o brasileiro acorde deste torpor, antes que seja tarde.


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