
domingo, 21 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Bomba! Aberta a caixa preta do Bancoop!

"Principal testemunha do mensalão (PT) fez delação premiada e contou que Vaccari cobrava 12% de propina para o PT, em operações com os fundos de pensão."
"Há detalhes dos encontros de Vaccari extorquindo a testemunha, conexões com Banco Santos, Delúbio, Zé Dirceu. Tem de tudo."
A testemunha seria Lúcio Funaro, homem-bomba do Mensalão.
Matéria bomba da VEJA.. daqui a pouco!!!
Tic... Tac... Tic... Tac...
Atualização 2:47
Saiu a matéria da VEJA
O pedágio do PT
O Elo perdido do Mensalão

Leia AQUI
quinta-feira, 11 de março de 2010
Discurso de um ditador
por Geraldo Almendra (*) - AQUIDiante de um mundo geopolítico hipócrita e leviano, o presidente do Brasil compara os presos políticos de Cuba aos bandidos encarcerados em um dos mais desumanos sistemas prisionais do mundo, o existente em nosso país.
Não estamos falando dos bandidos canalhas e terroristas que quiseram durante o Regime Militar impor um comunismo corrupto e genocida ao país, objetivo que está sendo atingido durante o desgoverno do PT que, depois da Fraude da Abertura Democrática, está conseguindo com seus bandidos-militantes e através de suas cumplicidades ou participações diretas, transformar o poder público em um covil de gente sórdida – bandidos que não estão na cadeia – , depois que alguns milhares desses vermes do submundo comuno-sindical e seus cúmplices, terem recebido indenizações milionários e pensões vitalícias e, centenas deles, adicionalmente, estarem curtindo sinecuras no poder público, tudo pago pelos idiotas e imbecis dos contribuintes.
Estamos falando daqueles “bandidos” que estão trancafiados em condições carcerárias absolutamente criminosas de um sistema civil-policial apodrecido, com um destino quase certo: o sofrimento desumano, a tortura, ou a morte, condições nas quais ninguém é recuperado, pelo contrario, se não morrer na prisão se transforma, com poucas exceções, na fuga, na liberdade condicional ou na liberdade pelo cumprimento da pena, em um animal assassino que aprendeu na prisão a banalização de sua vida e, principalmente, como banalizar a vida dos outros cidadãos comuns que são assassinados pelas suas mãos.
Essa população carcerária, o objeto da comparação com os presos políticos de Cuba feita por essa absurda fraude humana, é vítima desses canalhas governantes que transformaram, durante a Fraude da Abertura Democrática, as grandes metrópoles em guetos desumanos, fábricas de bandidos por falta de condições mínimas de vida e de oportunidades para um digna inserção na sociedade.
Para quem tem um mínimo de bom senso e coordenação motora, o recado do destino barbudo-alcoolatra-canalha é absolutamente claro: depois da eleição dessa demente terrorista os críticos do petismo serão encarcerados e comparados aos bandidos de Cuba – seus presos políticos: todos aqueles que ainda estiverem vivos.
É isso aí seus bastardos apátridas – políticos corruptos, acadêmicos sinecuristas, servidores públicos cúmplices-reféns do suborno lulista, todos os beneficiados pelo assistencialismo lulista que colocou o sistema de mérito na fossa fétida do petismo para ganhar direitos com base na separação de classes e nos oportunismos, advogados, promotores e juízes que jogaram seus diplomas no lixo da degradação moral para servir ao lulismo, meio artístico apodrecido e covarde, jornalistas amestrados e carreiristas da traição ao país, e empresários calhordas que apodrecem as relações público-privadas – sórdidos “abílios” da degradação moral e social –, e afins.
Essa gente sórdida representa o conjunto dos adúlteros da degeneração moral subornados pelo lulismo, gente desprezível que está no poder de uma sociedade covarde e omissa.
Esses canalhas continuam apoiando e batendo palmas para o mais sórdido político de nossa história mesmo que, a todo momento, esse patife dê as mais claras demonstrações possíveis que quer transformar nosso país no paraíso dos bandidos de colarinho branco e seus cúmplices, subservientes a uma ditadura genocida através do comando de sua candidata terrorista, que está sendo encaminhada, custe o que custar, para ficar em seu lugar, temporariamente, até 2014.
Sempre é bom lembrar: não se esqueçam de comunicar a seus filhos que avisem suas futuras famílias quais foram os responsáveis deles viverem no país espelho de Cuba, uma ilha terrorista que se transformou em continente graças às suas covardias, omissões e cumplicidades.
Se não comunicarem também não tem problema: nas suas apodrecidas biografias estará documentada a traição que cometeram: que esses canalhas contem, desde já, com o absoluto desprezo das gerações futuras.
“O Brasil durante a Fraude da Abertura Democrática foi transformado em um país vagabundo, numa republiqueta bananeira e no paraíso dos canalhas, especialmente durante o desgoverno do PT.”
(*) Geraldo Almendra, Economista e Professor de Matemática, Petrópolis
terça-feira, 9 de março de 2010
O partido da bandidagem

Editorial Estadão
A testemunha, Hélio Malheiro, era irmão de um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo, falecido em um acidente de carro em 2004, juntamente com dois outros dirigentes da instituição. Dizendo-se ameaçado de morte, Hélio foi acolhido no Programa de Proteção a Testemunhas do governo paulista. O seu depoimento foi crucial para o MP caracterizar a Bancoop como uma "organização criminosa" e solicitar a quebra do seu sigilo bancário, como foi noticiado em junho de 2008. Só na semana passada, porém, o promotor responsável pelas investigações, José Carlos Blat, recebeu o papelório ? mais de 8 mil páginas de registros de transações entre 2001 e 2008. E foi com base nessa documentação que ele pediu, na última sexta-feira, o bloqueio das contas da Bancoop e a abertura dos dados bancários e fiscais de João Vaccari Neto, acusando-o de "gestão fraudulenta".
A apropriação para fins pessoais e políticos dos recursos dos cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados pelo sindicato dos bancários transformou 400 famílias em vítimas do conto da casa própria: os imóveis que compraram na planta não foram construídos, mas os lesados continuaram a pagar as respectivas prestações. Segundo a revista Veja, que teve acesso aos autos do inquérito, a Bancoop sacou em dinheiro vivo de suas contas pelo menos R$ 31 milhões. Outros cheques, somando R$ 10 milhões, favoreceram uma empreiteira formada por diretores da entidade, que, por sinal, era sua única cliente conhecida. O responsável pelas obras da cooperativa disse que os pagamentos eram superfaturados em 20%. "Os dirigentes da Bancoop", apurou Blat, "sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT."
A prova mais gritante foi o R$ 1,5 milhão pago entre 2005 e 2006 ? quando a instituição estava praticamente quebrada ? a uma firma espectral de serviços de segurança, então de propriedade de Freud Godoy, na época segurança de Lula. Cada qual a seu modo, Godoy e Vaccari se envolveram no escândalo do dossiê, a compra abortada pela Polícia Federal de material supostamente incriminador para candidatos tucanos na campanha de 2006. Quando a operação fez água, Lula chamou os seus autores de "aloprados". Pelo dossiê, os petistas pagariam R$ 1,7 milhão. Nunca se descobriu de onde veio a dinheirama. À luz do que já se sabe das falcatruas da Bancoop, ela pode ter sido a fonte pagadora da baixaria. Tão logo entregou parte da bolada aos encarregados de comprar o dossiê, foi para Vaccari que ligou um dos cabeças da operação, Hamilton Lacerda, então assessor do senador Aloizio Mercadante.
Mas Vaccari não é o primeiro elo da cadeia. Ele deve a sua carreira ao companheiraço Ricardo Berzoini, que presidia o PT até poucas semanas ? e, como tal, foi acusado de autorizar a compra do dossiê. Berzoini alçou o bancário Vaccari à presidência do sindicato da categoria, em 1998. Em 2004, Berzoini salvou a Bancoop da falência, ajudando-a a levantar no mercado R$ 43 milhões ? via fundos de pensão de estatais comandados por petistas do grupo dele e de Vaccari. A Polícia Federal chegou a abrir inquérito sobre o prejuízo imposto aos fundos para favorecer a Bancoop. A rigor, nenhuma surpresa, considerando a folha corrida do PT. Mas, a cada escândalo, mais se aprende sobre a destreza com que a bandidagem petista se apossa do dinheiro alheio para chegar lá ? e ali se manter.

