quinta-feira, 7 de maio de 2009

Debocham da nossa Cara !!!

O Eleitor Brasileiro

"Eu estou me lixando para a opinião pública! Até porque a opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, batem, e nós nos reelegemos mesmo assim" Sérgio Moraes (PTB-RS)

Comento:

Não é mais nem o caso de ser governista ou oposição.

É tanta maracutaia dessa bandidalha toda - vide a tropa de Sarney e Renan - que só pensam em si mesmos, que não podemos nos permitir ser lenientes com ninguém.

A mídia tem que escancarar mesmo!

Mostrar a cara de todos os safados!

É o caso de também fazermos nossa "listinha" das falcatruas para distribuir em épocas eleitorais.

Vamos participar, né gente?

Acabar com essa palhaçada e ladroagem que rola impune!!!


E os congressistas oportunistas agora estão querendo fazer uma reforma política xinfrim, com o tal do Voto em Lista.
(e nem falei ainda no "financiamento de campanha" - outra aberração que sairá dos nossos bolsos)

Ou seja:
O eleitor (pobre coitado que não merece defesa nenhuma dos seus direitos e cidadania) vota só no partido e a camarilha escolhe quem eles quiserem para nos representar (?).

É GOLPE!

Depois da longa batalha pelas "Diretas Já" querem instituir novamente as eleições INDIRETAS.

Não se votaria mais em pessoas e sim nas legendas.

Para que os mesmos DE SEMPRE continuassem a SE LOCUPLETAR!!!

Fala sério...

Não dá pra ficar inerte!!!!

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Atualização das 17 hs:

Relator gaúcho deve absolver dono de castelo - Sérgio Moraes diz que não vai fazer de colega “boi de piranha”

Boi de piranha, uma banana assada!
É mais um dos bandidos.
Tanto o "defendido" quanto o "defensor".
Vamos botar essa boiada toda NA BRASA!
Mas bah! Que vai dar uma boa churrascada!!!

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Carta Aberta aos Jovens

Publicada originalmente em: Ternuma-Bsb

Carta aos Jovens
por Gen. Ref. José Batista de Queiroz

Você, que hoje está iniciando a carreira das armas, certamente já ouviu muitas coisas sobre governos militares. Ouviu falar de ditadura, tortura, arbitrariedade. Só ouviu coisas ruins. Nunca falaram dos guerrilheiros, de suas atrocidades, de seus atentados. Nunca lhe contaram a verdade. Por isso, quero deixar pra você esta mensagem de 50 anos de caserna. Sou isento e equidistante de todas as paixões. Os extremos sempre me fizeram mal. Nasci e me criei no sertão mineiro. Lá estudei e trabalhei como camponês. Convivi com pessoas simples. No campo, a simplicidade é verdejante como relva nas veredas.

Um dia, ingressei no Exército, onde me ensinaram novamente as coisas do sertão e muitas outras. No Exército, senti-me como alguém que escala a montanha e descobre a planície. Na planície, a democracia e o comunismo travavam uma luta de vida e de morte. A gente estava entre o mar e o rochedo. Era uma realidade muito distante da de hoje.

Minha opção foi pela democracia, onde a liberdade tem a sua morada. Ela me recordava o passado. Tinha a magia dos campos, dos rios, das florestas. Tinha o cheiro da virtude e a beleza da oração. Era o útero materno da liberdade. Já o comunismo me dava a sensação de brutalidade, de escravidão, de truculência. Representava um mundo sem encanto, sem primavera. Mais parecia um deserto sem oásis, um mundo sem prece e sem Deus. Era a matriz da heresia e do profano.

Com o tempo, percebi que a democracia tinha suas falhas, suas injustiças, suas misérias. Neste mundo nada é perfeito. O que me parecia mais certo era corrigir os erros, melhorar a democracia, fazê-la produzir bons frutos. Substituí-la pelo comunismo seria o mesmo que trocar o vale pelo deserto, a esperança pela incerteza. Bani-la é abdicar da liberdade. A sua grande deficiência não está no conteúdo, mas nas pessoas que a fazem, nas instituições que a governam. O que ela precisa é de pessoas que lhe dão vida, energia e justiça.

No início dos anos 60, o sonho do comunismo alastrou-se pelo mundo, como as heras se alastram pelos muros. Muitos países acreditaram no canto da sereia. Muitos povos sentiram-se atraídos por miragens. Quem está à morte acredita até no milagre do diabo. O canto socialista ecoou como serenata aos ouvidos das democracias fragilizadas e moribundas. O Brasil era uma delas. Estava mórbido e enfraquecido. Suas Instituições tinham a solidez das cascas. Mais parecia uma árvore retorcida no cerrado, pronta a se entregar ao sopro do vento, do que um coqueiro ereto na praia, resistindo à ventania do mar. O comunismo usou o bem dourado da democracia – a liberdade – para infectar a sociedade e carunchar as instituições.

Ele nunca abre mão da liberdade quando está na oposição, mas sempre a excomunga quando está no poder. O comunismo rejeita o contraditório. Não aceita oposição nem pluralidade. Só aceita o partido único. Todos os países comunistas da época eram assim e agiam desta forma. Fidel Castro mandou executar milhares de dissidentes cubanos e Stalin milhões de cidadãos russos. O crime que cometeram as vítimas era opor-se ao regime.

No Brasil, o comunismo avançava a passos largos, ameaçando de escuridão a democracia e de morte a liberdade. Seus defensores sonhavam com a União Soviética, com a China, com Cuba e com todos os países onde a bandeira da liberdade tinha sido arriada para sempre. Seus ideais não eram os mesmos daqueles muitos brasileiros que deixaram o seu sangue e a sua vida em solo europeu na luta contra a tirania hitleriana.

Essa ameaça comunista às tradições de nosso povo gerou uma reação da sociedade. Todos foram às ruas de mãos dadas, contra o esmagamento da democracia no Brasil. Sem tiro e sem morte, o povo celebrou a vitória. Vitória do navio contra as ondas do mar, do barco contra o banzeiro dos rios.

Os solistas do comunismo ficaram tristes, frustrados e solitários. Era o fim de uma ameaça e o começo de uma luta. Luta em prol de homens livres, de uma sociedade aberta. O funeral da democracia foi interrompido pela vontade de um povo. Essa realidade também ocorreu em vários países.

Inconformados com a derrota, os radicais do comunismo iniciaram uma luta armada. Praticaram atos de violência, torturas, assaltos, assassinatos. Queriam o poder à custa de sangue. Diziam lutar pela restauração da democracia. Seus aliados e patrocinadores, porém, eram países comunistas, onde milhares de cidadãos foram executados. Seus líderes eram Stalin e Fidel Castro. Seu ideal era conquistar o poder e incinerar a liberdade.

Nesse confronto, houve mortes e excessos de ambos os lados. Ambas as partes desrespeitaram direitos humanos. Na época da colonização, da escravidão, da ditadura Vargas também houve desrespeito a esses direitos. Nunca ninguém falou nada. Toda guerra é violenta. Muitos perdem a vida. Só os tolos começam uma luta para perder. No final dos anos 70, o comunismo começou a apresentar sinais de decadência e disfonia. Os toques de alvorada tornaram-se inaudíveis e os de silêncio retumbantes. Os seus violinos deram lugar às rabecas. O mundo inteiro percebeu que o ideal comunista estava tão distante da realidade como o céu está da terra. Ele nada mais era do que uma miragem. Muitos brasileiros que acreditaram nesse sonho e lutaram por ele renunciaram a seus antigos dogmas e adotaram posturas mais realistas e modernas.

A democracia brasileira se restabeleceu. A incerteza deu lugar à esperança. O Brasil amadureceu e nós brasileiros também. O trabalho de todos era construir uma democracia mais sólida, mais justa, mais inclusiva.

A Lei da Anistia, promulgada em 1979, representava um ato de perdão e de conciliação de todos os que lutaram em campos opostos. Era uma reedição de Caxias na Guerra dos Farrapos e dos americanos na Guerra de Secessão. Era um convite de adeus ao passado, de união no presente e de construção do futuro. Brasileiros somos todos nós. Muitos dos que se encontravam exilados retornaram ao Brasil. Incorporaram-se à vida política, sem restrição ou constrangimento. Alguns foram até eleitos. O Brasil estava reformatando uma nova democracia.

Em meados dos anos 80, o mundo assistiu à derrocada do comunismo. Seus tempos de energia tinham chegado ao fim. Não era mais capaz de atrair nem empolgar as massas com seus dogmas. A essência de sua doutrina desmoronou-se aos olhos do mundo. Não passava de um castelo de areia.

No Brasil, até mesmo os comunistas mais radicais retiraram esse nome de suas siglas partidárias. Os militares recolheram-se aos quartéis, dedicando-se inteiramente às atividades profissionais. A Constituição de 1988 restabeleceu a plenitude democrática e o Estado de Direito. Os comunistas abandonaram a sua ideologia ortodoxa. Muitos migraram para outros partidos.

Em 2002, a esquerda chegou ao poder. O povo brasileiro assistiu a essa mudança com a naturalidade de um país amadurecido, preocupado em dar mais vigor à democracia, em construir um futuro melhor.

Ao contrário do comunismo, a democracia admite a alternância, a pluralidade, o contraditório. Alguns adversários, porém, aproveitando-se do poder, fazem tudo para obstruir a conciliação. Com espírito revanchista, querem a todo custo reinterpretar a Lei da Anistia e colocar militares no banco dos réus. Não estão interessados no futuro, mas no passado. Sua obsessão não são os problemas de milhões de brasileiros, mas a punição de meia dúzia de pessoas. Por meio delas querem atingir as Forças Armadas e todos os militares. Seu ideal não é a conciliação, mas a vingança, própria dos ditadores e dos regimes autoritários.

É muito difícil conviver com essas pessoas. Hoje se julgam donos do poder, donos do Brasil. Um dia, porém, não estarão mais lá. A democracia nos dá o direito da livre escolha. Uma escolha sem fraudes, sem mutilações. É o que desejamos e o que esperamos. Ela nos dá também esperança. A mesma dos rios que sonham com o mar, a mesma do sol que espera o dia. Esperança e futuro são indissociáveis. Estão ligados entre si como a montanha à planície, como o oceano à terra, como a vida à morte.
As Forças Armadas são como águas que nunca param de correr. São Instituições permanentes, imantadas de vida, de tradições, de amor ao Brasil. Elas se destinam à defesa da Pátria, dos poderes constitucionais.
É o que reza a Constituição.
Elas representam a alma de nossa gente. Jamais permitirão afronta à Soberania e quebra da Unidade Nacional. Não são vontades destoantes e revanchistas que irão ofuscar as instituições militares. Por mais que queiram, não conseguirão sobrepor seu desejo de vingança ao espírito conciliador do nosso povo. Os homens são árvores que morrem, são vidas que acabam, são dias que anoitecem. Não são como as Instituições, que têm vida própria.

A democracia é mais forte do que eles. Ela é um patrimônio do povo brasileiro. É o altar onde brilha a nossa liberdade. É o núcleo de nossa história, a pedra que enfrenta o tempo. É na democracia que depositamos a nossa fé e esperança. Ela é o caminho de nosso destino e o desejo de nossa gente.

A maior arma da democracia não é a espada, mas o amor que o povo tem à liberdade. Esta é como o vento suave que roça o mar, a terra e o céu. Aquela é como a chuva forte que alimenta os campos, os rios e as matas.

A única maneira de nos afastarmos de ditaduras é aperfeiçoando o desempenho da democracia e iluminando o sorriso da liberdade.


P.S. Fica autorizada e publicação da presente carta.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Chávez planta Silos de Mísseis na Fronteira com o Brasil

por Políbio Braga

O candidato a tirano venezuelano Hugo Chavez prepara-se para provocar outra crise parecida com a dos mísseis soviéticos (1962, Cuba), porque os armamentos que busca na Rússia, Irã e Ucrânica, inclusive nucleares, chamam a atenção em todos os serviços de inteligencia militar dos Estados Unidos. O Exército do Brasil também sabe do que se trata..

O artigo a seguir, recebido nesta quinta-feira desde Caracas, foi publicado no domingo, na Venezuela.

Ele é de suma importância para o Brasil, porque toda a concentração de silos de mísseis e armamento está sendo feito na fronteira Norte do Brasil..

O Irã é o principal parceiro atual de Chavez, porque ele já contratou urânio e tecnología nuclear na Ucrânia, sendo que no momento trabalha em cooperação dom Teerã para levar adiante a produção de armas de destruição em massa.


do site do Políbio Braga

Leia também:
O verdadeiro 'negócio' por trás da visita de Ahmadinejad
"Hugo Chávez não foi o único padrinho dessa operação Brasil-Irã; existe outro fio de contato que é Sergei Kiriyenko, chefe da Comissão de Energia Atômica da Rússia (como já revelamos pela primeira vez no DEBKA-Net-Weekly 392 em 17 de abril: Olho nuclear do Irã no Brasil)."
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segunda-feira, 4 de maio de 2009

A Cara do Cara

por Ricardo Noblat

"Ainda vou criar o Dia da Hipocrisia", debochou Lula do auê em torno do uso ilegal por parlamentares de passagens aéreas pagas pelo Congresso.

Tolice.

O “Dia da Hipocrisia” é todo dia. E Lula, que chegou ao poder apontando o Congresso como reduto de 300 picaretas, é forte candidato a sair de lá como um caro símbolo da hipocrisia nacional.

Fernando Henrique Cardoso não sugeriu certa vez que esquecessem parte do que escrevera no passado?

Pois bem: ou Lula retira sua famosa crítica aos picaretas do Congresso que “só pensam nos seus próprios interesses” ou escuta calado que ficou com a cara deles.

O poder cobra um preço alto aos que o exercem.
Para governar, Lula escolheu se aliar aos picaretas do Congresso, satisfazer seus desejos e até a sair em sua defesa. Foi o que fez novamente na semana passada sem trair o menor sinal de vergonha.

Depois de o Senado e da Câmara dos Deputados reconhecerem que a esbórnia por lá estava demais, e de anunciarem algumas providências para contê-la, surgiu Lula a destilar um monte de sandices.

A primeira, por esperteza, a seu favor: “Não acho um crime um deputado dar uma passagem para um dirigente sindical ir a Brasília”. Ele já deu.
A segunda em favor dos seus sócios: “Graças a Deus, nunca levei nenhum filho meu para a Europa. Mas um deputado levar a mulher para Brasília, qual é o crime”?

O crime é o seguinte, presidente.
No Direito Privado, tudo o que a lei não proíbe pode ser feito.
No Direito Público, só pode ser feito o que a lei expressamente permite.

E a lei não permite o uso por particulares de passagens aéreas fornecidas pelo Congresso a senadores e deputados para viagens regulares entre Brasília e seus Estados – com uma passadinha no Rio de Janeiro, é claro, que ninguém é de ferro.

Quem paga as passagens somos nós, pagadores de impostos.

Entendeu, presidente? Ou quer que desenhe?

Pouco importa que o desrespeito à lei fosse antigo.
A antiguidade não desidrata o desrespeito nem absolve o crime cometido.

Senadores e deputados se dizem perplexos com a reação da sociedade às suas velhacarias.
Coitadinhos... Morro de pena deles.
Não se deram conta a tempo de que a sociedade está mudando - mais devagar do que seria desejável, mas está. E que agora presta atenção ao que antes desprezava.

Levem a internet a sério, seus estúpidos.
Metade – ou mais - dos brasileiros está ligada nela.

Lula assegurou seu lugar na História por uma série de bons motivos.
Evitou inovar em matéria de política econômica. O país cresceu. Pos os pobre em definitivo na agenda nacional. E se conformou com os dois mandatos consecutivos previstos na Constituição.

Mas é fato que também passará à História por ter sido um presidente tolerante, relapso e até mesmo cúmplice em episódios que só serviram para aviltar a política e seus principais atores.

Exemplos?
Poupem-me. Eles existem a mancheias.

do Blog do Noblat - 04/05/2009

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Brasil a Reboque da Venezuela

Democratas Blog 25

O que o governo Lula está fazendo com a política externa brasileira é inacreditável: estamos sendo postos a reboque da Venezuela de Hugo Chávez. Só não vê quem não quer o retrocesso que estamos vivendo. E qual a razão que nos leva à condição de aduladores mundiais de tiranos e de genocidas? A barganha de cargos.

É isso mesmo: estamos buscando um suposto assento no Conselho de Segurança da ONU e um improvável emprego de diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica para o chanceler Celso Amorim. Ou será que nosso Itamaraty delirante acredita que vai enfraquecer os Estados Unidos com esta política de defesa de ditaduras?

É no contexto da barganha que devemos avaliar a visita do aiatolá iraniano Mahmoud Ahmadinejad que começa na quarta-feira, dia 6. É o Brasil se aliando aos países que apavoram o mundo com seu terrorrismo, seus programas nucleares e seus mísseis. Inimigo de judeus, dos homossexuais e das mulheres, Ahmadinejad questiona o Holocausto e acusa Israel de racista. Rejeitado pelo mundo civilizado, o aiatolá só é adulado por Lula e Chávez.

Como se não bastasse o tirano do Irã, na quinta-feira, dia 7, o presidente Lula da Silva receberá o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, o bispo pedófilo e blasfemo, alvo de inúmeras denúncias de paternidade que provocaram duras críticas da oposição e da hierarquia da Igreja Católica em seu país.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Manifestação DOMINGO - 3 de maio

DATA – 03 de maio, domingo

HORA -11h00

LOCAL – Praça Marechal Cordeiro de Farias (Praça dos Arcos, na esquina da Avenida Angélica com a Avenida Paulista

Lá diversas entidades e a população "comum" protestarão contra a presença do maluco Ahmadinejad no Bananão.


Agradecimentos pela lembrança a Frodo Balseiro


Mais em:
Hey you bastard! Go to hell!!!!!
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quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Assassino Aliado ao PT


Sério que vocês não conhecem as atitudes criminosas e execráveis de um dos maiores terroristas atuais??

Nem os seus "métodos" e "tratamento" às mulheres iranianas (ou não)?

Ahmadinejad é um déspota sanguinário, preconceituoso e abominável.

E Lula o receberá com honras..... como convidado "ilustre"(???).. agora em maio.

PQP ein???

Se já não bastasse a "presença" do torturador Raul Castro , há pouco no fórum dos maconheiros, agora recebem outro assassino de massas.. com aplausos!

E ninguém reclama... ??

Que oposição de m*, ein???!!!

Eita alienação TOTAL... ou conivência com o crime??!!!

Calhordas!!!!

E alguns ainda teimam... hipocritamente.... em criticar a ditabranda...
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Atualização da madrugada
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MJDH condena visita de Ahmadinejad
A organização gaúcha Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) divulgou nota nesta quinta (30) criticando a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmedinejad, ao Brasil no próximo dia 6.
Para o MJDH, a vinda do presidente iraniano ao Brasil é uma “agressão aos princípios da convivência pacífica entre os povos” por causa do “virulento antissemitismo” pregado por Ahmedinejad, “que descamba para a negação do Holocausto”.
A organização sugere “desconvidar” o líder iraniano.
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