segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cheiraram sal???

Vergonhoso o discurso mentiroso e de palanque do apedeuta e da guerrilheira hoje, ein?
Cheiraram que tipo de sal????
Ah sim.. antes que me “ataquem”..
A alusão a “cheirar pré-sal” partiu do próprio meliante Mor (amigo do índio cocalero Morales e do bolivariano narcotraficante Chávez) .


Dirijam suas “indignações” ao apedeuta.

sábado, 29 de agosto de 2009

Então tá...


Então tá...

Sejamos "politicamente corretos".

Os "supostos" meliantes que estão vendendo o país aos ingleses (raposa serra do sol em troca do nióbio), entregando Itaipú pro bispo tarado, financiando a Trascocalera do índio cumpanheru, armando a "nova ordem" na AL pregando o bolivarianismo (a mando do bufão Chávez, filhote de Fidel), censura da imprensa, aparelhamento de estatais e órgãos de fiscalização, controle das intituições.... sem contar a volta triunfal do coronelismo.

Deverão, então, ser julgados (e terem todas as denúncias arquivadas) - não pela sociedade - pelo "conselho de ética" (???) presidido por um suplente sem voto Caduque ou algum STF comprado ("e o Nildo que se dane" pois não tinha "biografia", longe de ser um brasileiro "incomum").

"Há algo de podre no reino da Dinamarca" - mas ninguém quer saber...
Ninguém se atreve a contar que o rei está nú!
E viva o Reino Unido da Banânia!

Onde o que mais vale é a Lei de Gérson e o grande herói "popular" é Macunaíma!


De resto... era tudo imaginação minha, né?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

CHEGA!!!!


Tá difícil de entender ou ainda tem que desenhar??????


É
Composição: Gonzaguinha

É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...

A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...

É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...

É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer é ter todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação...

É! É! É! É! É! É! É!...

É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...

A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...

É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...


É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer é ter todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação...


Enquete

Em pesar e luto à morte de Ted Kennedy (conhecido como o Leão do Senado norte-americano) ...
participe da enquete no Blog do Clausewitz

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quem foi o Irresponsável?


texto de Percival Puggina*

Aqui no Rio Grande do Sul, sem-terras já assassinaram sem-terras, degolaram um policial militar e feriram inúmeros outros. Ficou tudo por isso mesmo. Não caiu ninguém do alto nem do baixo comando da organização. Aliás, o movimento jamais deu a mínima para o Estado de Direito. Passa o Código Penal num picador de papel e pratica centenas de crimes por ano. Distribui entre os seus membros, para que usem lá na “casinha”, as ordens judiciais que recebe. E nada lhe acontece. Ao contrário, a cada delito firma-se a convicção de que ele está tão acima do ordenamento jurídico nacional quanto Lula está pondo Sarney. O pior de tudo é que, a valerem as bênçãos e indulgências de freiras, padres e bispos ligados ao movimento, as tropelias dos sem-terra, assim como não serão objeto de prestação de contas nesta vida, tampouco o serão na outra.

Pois eis que agora, durante nova operação de desocupação de uma dessas fazendas que o MST invade quase mecanicamente quando não lhe aparece nada mais engenhoso para fazer, um sem-terra foi morto por um PM. A casa já começou a desabar e o coronel subcomandante-geral da Brigada Militar, que dirigia a operação, foi destituído da função. Quem manda não ser sem-terra, coronel?

Há muitos anos, quando o MST começava sua carreira criminosa no Rio Grande do Sul, embarquei num ônibus intermunicipal, na cidade de Frederico Westphalen (situada no extremo norte do Estado), para uma longa viagem noturna de retorno a Porto Alegre. A poltrona ao lado da minha estava vazia e eu já a antevia como espaço adicional para acomodar meu 1,80 m de altura quando a porta do veículo abriu-se para um último passageiro. Embora houvesse vários outros lugares desocupados, ao reconhecer a pessoa que percorria o corredor procurando seu assento, eu soube que havia perdido minha poltrona extra. Era um conhecido frei, que vinha se destacando entre as lideranças do MST no Rio Grande do Sul. Anos depois, esse frei seria eleito deputado estadual pelo PT gaúcho.

Sentou-se ao meu lado. Já nos conhecíamos e passamos a conversar. Dado que era pública, e reiteradamente publicada, minha reprovação às malfeitorias do MST, disse-me algo que ouvi muitas vezes de padres e bispos de esquerda: “Não entendo como um cristão como tu pode ser contra os sem-terra”. A frase, como se percebe, me imputa atitude desumana. Ser contra o sem-terra é o mesmo que ser contra os sem-alimento, os sem-saúde, os sem-teto. Um disparate. Eu seria um pervertido. Tratei de esclarecer que eu não era “contra os sem-terra”, mas contra muitas coisas que os sem-terra faziam, assim como era, também, contra a orientação político-ideológica e as estratégias do movimento que os cooptava.

Aí o frei apelou para a dramatização e me convidou para conhecer o acampamento existente numa área que haviam invadido no município de Bagé. Estávamos no inverno e o frei pintou com cores pesadas a realidade de três mil pessoas, vivendo numa coxilha do pampa gaúcho, em barracas de lona, a toco de vela, sem água, sem alimentos, sem agasalho. Crianças sem escola e todos sem atendimento de saúde, a muitos quilômetros da cidade. “Tens que ir lá para ver aquilo de perto”. Recusei o convite: “Não vou, frei”. E ficamos naquilo do tens que ir e do não vou, até que esclareci: “Não vou porque não é necessário. Imagino o horror que deve ser. Mas fico me perguntando quem foi o irresponsável que levou três mil pessoas para uma coxilha, a quilômetros de qualquer concentração urbana, sem água, sem alimento, sem escola e sem atenção à saúde”.

Meu interlocutor encarou-me com certa surpresa e respondeu: “Bem, isso faz parte da luta pela terra”. E eu encerrei a conversa com uma frase fronteiriça, muito repetida lá em Bagé para situações análogas: “Pois quem montou no burro que agüente o trote”.

Lembrei-me disso ao saber do lamentável acontecimento de São Gabriel. Era fatal que em décadas de confronto e de afronta, de desrespeito à lei e à ordem pública, um dia aconteceria o que acabou acontecendo. E fico me perguntando: quem foi o irresponsável que levou os sem-terra para lá, que os mandou descumprir determinação judicial e resistir, com foices e porretes, à ação das autoridades policiais? Esse vai continuar no posto?


* Percival Puggina é político, arquiteto e jornalista gaúcho

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Leia mais sobre o MST:

domingo, 23 de agosto de 2009

Quem quiser explodir o Planalto sem deixar rastros só precisa colocar a bomba com 32 dias de antecedência


texto de Augusto Nunes
originalmente AQUI

O ônus da prova cabe ao acusador, cobrou o ministro Franklin Martins já na primeira linha da reportagem que noticiou o embaraçoso encontro entre Lina Vieira e Dilma Rousseff no fim do ano passado. A rigor, a ex-secretária da Receita Federal não fez nenhuma acusação explícita à chefe da Casa Civil. Mas é verdade que o desmentido e os desdobramentos do caso transformaram em ré a candidata à Presidência.

Ao reforçar a suspeita de que por trás da mãe do PAC há uma serial killer da verdade, Lina tornou-se, na prática, uma acusadora. Cadê as provas?, quis saber o chefe da Secretaria de Comunicação de Governo. Estão no Palácio do Planalto, respondeu a interrogada no Senado. Ela entrou pela garagem, a placa do carro foi anotada, passou pelo detector de metais, deixou o nome na portaria, subiu pelo elevador, esperou na sala ao lado de duas pessoas, caminhou pelo andar. “É só requisitar as filmagens”, sugeriu. “Não sou fantasma”.

Acabou de saber que é, sim — ao menos para o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI, para os íntimos). Quem circula pela sede do governo federal vira fantasma um mês depois da visita, informou a espantosa nota oficial. Um mês depois de divulgada a última da Dilma, os supersherloques explicaram que “o período médio de armazenamento das imagens das câmeras de segurança do Planalto é de 30 dias”. Ou porque é assim mesmo, ou porque acaba de consumar-se outra criminosa queima de arquivo, o fato é que as imagens do entra-e-sai de novembro e dezembro não existem mais.

E os registros na garagem? Esses nunca existiram. Como o serviço de segurança à brasileira acredita na palavra, tanto as placas dos carros oficiais quanto a identidade de quem zanza por ali não são arquivadas em papéis ou computadores. O porteiro limita-se a perguntar ao motorista se há uma autoridade a bordo. O governo não tem como saber, portanto, se Lina Vieira esteve ou não esteve lá. Nem ela nem ninguém. Quem quiser explodir o prédio sem deixar rastros só precisa colocar a bomba com 32 dias de antecedência.

A descoberta de que o sistema de proteção instalado no coração do poder é uma piada coincidiu com a volta à cena de Franklin Martins. Avesso a entrevistas, apareceu sem convite para comunicar à nação o que pensa do caso. “A Lina está mentindo”, acusou. E a prova? “Por que não diz em que dia foi esse encontro? Qual a hora?”, repetiu a cantilena. Mas tinha uma novidade: ao ouvir dizer que Lina deixara escapar que o encontro ocorreu em 19 de dezembro, promovera investigações que haviam desmontado a fantasia.

“Nesse dia, a ministra estava numa reunião no Conselho de Administração da Petrobras. À tarde, pegou um avião e foi para Natal gozar uns dias de férias”, afirmou. A versão de Franklin não se ampara em filmagens (apagadas pelo governo), nem em registros na garagem (dispensados pelo governo), nem sequer na agenda de Dilma, parcialmente amputada por falhas técnicas bem no dia 19. Bastou-lhe a palavra da ministra que mente como quem respira para reiterar a acusação: “A Lina está mentindo. Não sei a serviço de quem”.

Se não provar o que diz, estará provado que Franklin mentiu. A serviço do governo, como compete a quem, seja qual for a inscrição na plaqueta pendurada na porta da sala, exerce as funções de assessor de imprensa de Lula. O dono do emprego deve cuidar da imagem do chefe e dos que o rodeiam. Não está lá para informar, mas para administrar notícias. “O que é ruim a gente esconde, o que é bom a gente fatura”, resumiu em 1994 o ministro Rubens Ricupero, sem saber que o aquecimento para a entrevista à TV Globo, captado por satélite, estava no ar. Todos os governos brasileiros, com maior ou menor intensidade, adotam a fórmula.

Mas nenhum faturou notícias favoráveis com mais frequência, despudor e assanhamento que o governo Lula. E nenhum escondeu com tamanha desfaçatez o que não lhe convém.