sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Emeessetê who?


"MST, em NOTA, atribui vandalismo, a infiltrados e diz que fatos foram deturpados pela mídia e pelos reacionários"

A “justificativa” até colava para alguns incautos nos tempos dos jornais impressos e poucas tv’s abertas.

(A depredação na Cutrale não é a primeira e, infelizmente, não será a última)

Roubaram pertences pessoais das casas dos empregados (e até presentes de casamento de uma humilde faxineira), pixaram, depredaram e inutilizaram 28 tratores e alguns caminhões, ameaçaram, intimidaram e destruíram.

Os saques não foram filmados (oh.. então nem existiram...), mas a derrubada das laranjeiras SIM.

(quem cometeu um, no mínimo, é o principal suspeito dos outros, embora a “lógica” de conspiração - mais conhecida como “alguém peidei, não sei quem fui” - pregada pela hipocrisia da esquerdalha).

De qualquer forma… Desde quando o tamanho do crime deixa de ser CRIME?

O MST foi DESMASCARADÍSSIMO!!!

Incontestavelmente!

Viva a INTERNET que mostra a VERDADE com recursos e velocidade como “nuncantezneztepaíz”!!!

E, por fim...

Nota de quem?

/whois mst

Se querem se manifestar oficialmente, que oficializem o “movimento” e dêem nome aos bois.

Ou assumam a própria ilegalidade e sejam tratados como tal - o que já devia estar acontecendo há muuuuito tempo - pelo Código PENAL!

Liberdade de Imprensa e a 'democracia bolivariana'


Breve comentário:

O Clarim é intimidado e os Kirchners votam hoje a lei da censura.



E a rádio zelaysta que promove a GUERRA, fechada JUSTAMENTE em Honduras por incitamento ao crime, é que é motivo de "defesa dos democratas (?) bolivarianos"???

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Mais sobre o assunto:
Gustavo Azócar, jornalista crítico do governo chavista, continua preso desde o final de julho, apesar de a Justiça ter arquivado um processo movido contra ele. A organização Repórteres Sem Fronteiras pediu sua imediata libertação.

O empréstimo compulsório da restituição do IR


Coitado do desGoverno pobrezinho... que dó...

Mas a crise não era apenas uma "marolinha" e já havia até terminado?
Não estava SOBRANDO dinheiro?

Pra "emprestar" pro FMI, tem.
Pra "ajudar" as Ongs laranjas do MST, tem.
Pra aumentar o número e os salários dos servidores, tem.
Pra financiar o novo prédio da Une, tem.

(A lista é longa.. mas fico por aqui.. por hora)

Pro reajuste (justo) e fim do "fator previdenciário" dos aposentados NÃO TEM.
Pros trabalhadores ativos e em dia com seus deveres, contribuintes compulsórios até no parco salário, NÃO TEM.

Os bons pagam pela inércia, incompetência e oportunismo dos maus.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

MST - Corja de Bandidos!!!

por Reinaldo Azevedo

Publiquei ontem um post sobre a atuação da Via Campesina, em Honduras, que recebe dinheiro de ONGs alemãs para provocar a baderna no país. A Via Campesina nada mais é do que um MST em escala planetária: os sem-terra brasileiros estão entre os seus mais combativos dirigentes. O método, afirmei naquele post, é o mesmo em toda parte: impor-se pela violência. Os sem-terra, como está fartamente documentado, também recebem vultosas quantias do exterior — além do dinheiro oficial, que chega aos cofres do movimento por meio de suas entidades de fachada. Pois bem. Agora vejam o vídeo abaixo. A imagem não é grande coisa porque tirada da TV — no caso, do Jornal Nacional. Assistam. Continuo depois.

Os sem-terra invadiram a fazenda Santo Henrique, em Borebi, no interior de São Paulo, e destruíram nada menos de 7 mil pés de laranjas. O movimento reivindica a desapropriação da área, que, atenção!!!, é produtiva e tem um milhão de pés da fruta plantados. Pertence à Cutrale, a maior produtora de suco de laranja do mundo. Até quando o MST, que nem existência legal tem, vai continuar a praticar seus crimes impunemente? Até quando as instituições aceitarão inermes a violência como método, a imposição de um ponto de vista por meio da força bruta, o esbulho continuado da ordem legal, a selvageria contra terras produtivas?

Alguns delinqüentes do jornalismo — é o que são: delinqüentes — deixam escorrer a sua baba reacionária, afirmando que a crítica ao MST corresponde à satanização dos movimentos sociais: “Satanização”? É preciso pôr mais satã do que já há no vídeo que vocês viram??? Que tipo de gente ocupa uma propriedade privada, adquirida segundo todos os rigores da lei, e passa o trator sobre árvores frutíferas, um patrimônio da Cutrale, sim, mas também da economia brasileira, do seu setor mais desenvolvido, daquele área do PIB que responde justamente pela estabilidade da economia do país?

Cada pé de laranja derrubado ali ajudou a fazer anos de superávits comerciais sucessivos; cada pé de laranja ali contribuiu para que o país acumulasse mais de US$ 200 bilhões de reservas — porque foi o agronegócio que gerou o excedente para a compra da reservas. Cada pé de laranja ali ajudou o Brasil a ter uma das agroindústrias mais eficientes do planeta. Só para ficar na metafísica da hora: cada pé de laranja ali contribuiu para que o Brasil reivindicasse a sua hora na disputa por uma Olimpíada.

Foi o agronegócio!!! Já publiquei os números aqui. Foram os produtores rurais, aqueles que Carlos Minc — o rapaz requebrante num palco na Chapada dos Veadeiros — chamou de “vigaristas”, que forneceram os motivos para Lula falar do Brasil grande. A balança, sem a agroindústria, seria deficitária ano após anos. O setor entra na conta, e o que era vermelho fica solidamente azul.

E este setor é vítima sistemática desta variante de crime organizado. A situação é de tal sorte surreal, que Claudete Pereira de Souza, a coordenadora do movimento, tem a coragem de dizer, contra o que se vê: “Não destruímos nada!” Cinicamente, contendo o riso, diz que eles querem plantar feijão porque não se pode viver só de laranja. ..Não! Não se pode viver só de laranja. Nem só de soja. Nem só de cana. Nem só de boi. É preciso viver de laranja, soja, cana, boi… — tudo aquilo que compõe a formidável riqueza do campo no Brasil.

Criminosos é o que são, verdadeiros terroristas. Expulsam centenas de trabalhadores da fazenda; tiram, na prática, das escolas os filhos dos empregados; agridem a produção. Tudo em nome de uma fantasia regressiva, estúpida, que não vai se realizar jamais. A tese de que se deve plantar “feijão para o povo” nas culturas destinadas à exportação é asinina. A Cutrale deveria apresentar a conta do prejuízo aos famosos e “mais-ou-menos” que assinaram o manifesto contra a CPI do MST: Antônio Candido, Fábio Konder Comparato, Emir Sader, Fernando Morais, Leonardo Boff, Beth Carvalho e Osmar Prato — além, para meu escândalo, de Dora Martins, presidente da Associação de Juízes pela Democracia. A chefona da Associação já decidiu: apurar irregularidade, agora, é “perseguir”. Espero que ela não pense algo parecido de um juiz: “Ih, gente, julgamento é perseguição”. O Planalto pressionou, governistas retiraram assinaturas, e a CPI não prosperou. Também o “progressista” José Sarney fez uma defesa veemente do movimento.

Uma pessoa teve coragem de enfrentar o MST: o promotor Gilberto Thums. Sua vida virou um inferno. Trato do assunto em outro post. Este MST que vocês vêem acima conta com uma impressionante rede de proteção — inclusive na imprensa. Gente que merece estar na cadeia é tratada como se estivesse no altar. E só para deixar claro: não faltam leis para coibir o MST, não. Elas existem. Mas o governo federal não as aplica. Ministério Público se cala. OAB se cala. E boa parte da imprensa ainda chama produtores rurais de “ruralistas”, com sotaque ideológico obviamente depreciativo.

Como sabem, bom mesmo é subir no palco e queimar um mato. Os produtores rurais que se danem.

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Leia também:

ARRUMEM SANGUE PARA O MST. O MOVIMENTO ESTÁ COM SEDE

"O caso é de tal sorte escandaloso, que um sem-terra não deixa de ser sem-terra mesmo que tenha… terra!!! Entenderam?"

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Brevíssimo comentário:

Plantar feijão???

Com que direito querem "plantar feijão" em terras particulares produtivas que pagam devidamente seus impostos?

E DESTRUINDO a PRODUÇÃO lá existente (que por sinal sustenta o superávit "deztepaíz") ???

CANALHAS!!!!!!!!!!!!!!

Que mais PROVAS precisam???

MST é Organização Paramilitar <- Leia aqui


http://blog-bymel.blogspot.com/2009/03/mst-e-transicao-socialista.html

http://blog-bymel.blogspot.com/2009/03/as-terroristas-fazem-refens-no-rs.html

http://blog-bymel.blogspot.com/2009/03/que-ponto-chegamos.html

http://blog-bymel.blogspot.com/2009/03/os-dominios-do-mst.html

http://blog-bymel.blogspot.com/2009/03/massacre-dos-terroristas-do-mst.html

domingo, 4 de outubro de 2009

Lula e PT - antes e depois

04.10.2009 - 10h17
por Suely Caldas* - O Estado de São Paulo

Quando Lula foi eleito em 2002, muitos dos que nele não votaram passaram a considerar positiva sua vitória. Argumentavam ser útil para a evolução da democracia o PT e seu maior líder passarem pela prova de fogo de governar o País. Na época o PT tinha 18 anos de vida e 18 anos de oposição a todos os governos no plano federal. Uma oposição implacável, destruidora e por vezes irresponsável, que na gestão FHC impediu a aprovação de reformas fundamentais para o progresso do País e que fez falta quando eles assumiram o poder, em 2003.

Até então o PT se apresentava (e assim era visto pela população) como o único partido honrado, ético, honesto, virtuoso e bem-intencionado, o único capaz de distribuir a renda do País e melhorar a vida dos pobres. Todos os outros partidos eram desonestos, aproveitadores e não confiáveis.

O contraste entre esse pretenso virtuosismo e a realidade que o governo do PT apresentou em seis anos e nove meses de gestão decepcionou os brasileiros, principalmente os que nele acreditavam. Do caso Waldomiro Diniz, passando pelo mensalão, até a recente recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender 41 obras do governo federal - 13 delas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), gerenciado pela ministra Dilma Rousseff - por suspeita de fraudes e corrupção, o legado que Lula e os partidos que a ele se aliaram deixarão é devastador para a construção da democracia e um péssimo exemplo para os jovens estreantes e também os veteranos na carreira pública.

Nos últimos dias Lula e os ministros Dilma Rousseff e Paulo Bernardo (Planejamento) espinafraram e responsabilizaram o TCU por atraso em obras públicas e até por um absurdo e hipotético adiamento da Copa do Mundo no Brasil para 2020, avocado com ironia pelo ministro Paulo Bernardo.

O TCU apenas cumpre sua função de fiscalizar a aplicação do dinheiro público e propor ao Congresso a suspensão de obras que reiteradamente foram objeto de advertências, sem resultados. Para isso foi criado e é sua única razão de existir. Ruim seria se deixasse correr frouxo obras que devoram o dinheiro público se sabe lá para o bolso de quem.

E o governo, o que fez? Pelo visto, nada. Preocupados em mirar suas armas contra o TCU, os ministros não apresentaram ao País nenhuma explicação sobre eventuais investigações ou punição de fraudes, superfaturamento e desvios de dinheiro nas 41 obras, que somam R$ 35,4 bilhões de investimentos. Afinal, ninguém melhor do que o governo para fazê-lo, já que conhece os gerentes públicos e as empresas contratadas para executar as obras. A Refinaria Abreu Lima, no Recife, por exemplo, teve seu orçamento inicial de R$ 4,2 bilhões triplicado, e as explicações da Petrobrás não convenceram os conselheiros do TCU. De fato, é razoável acrescentar ao orçamento alguns gastos não previstos e de uso comprovado, mas triplicar o valor da obra é grave, é preciso explicar as razões publicamente. A população tem o direito de ser informada e fazer seu julgamento.

Quando se trata de corrupção, o governo Lula costuma inverter os papéis. A culpa é de quem investiga, nunca do suspeito. Com exceção do mensalão, que recebeu um relatório competente do ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, todos os demais casos de corrupção do governo Lula não tiveram uma única punição, ninguém foi condenado ou preso. Waldomiro Diniz, o mais veterano deles, descoberto há seis anos, continua impune - como os aloprados, os vampiros, os dólares na cueca e tantos outros. Alguns mensaleiros, como os petistas José Genoino e João Paulo Cunha, até voltaram à Câmara dos Deputados.

Carinho, tolerância, camaradagem e compreensão é o que eles recebem do presidente Lula, que só não os perdoa porque neles não vê nenhuma prática criminosa com o dinheiro público. Mas fica brabo com quem pede apuração e punição aos corruptos.

Esse é o legado político mais nocivo da era Lula. Ao banalizar a prática da corrupção, justificar o loteamento político do Estado como necessário à governabilidade, ampliar funções públicas para distribuí-las entre os partidos aliados, considerar natural esses partidos avançarem sobre o dinheiro público, desculpar e acobertar corruptos, o governo Lula alimenta (em vez de trabalhar para suprimir) a ideia comum no serviço público: "Ora, se eu não fizer, outros farão, portanto vou me dar é bem, pois ninguém é punido mesmo."

Essa espécie de sentença às avessas algumas vezes atormenta, em outras gera dúvidas em funcionários de carreira conscientes do ofício de bem servir à população e é extremamente perigosa para os jovens em formação que ingressam no serviço público em meio a um cenário de permissividade e tolerância, em que o presidente e seus ministros criticam quem cumpre a função de fiscalizar, detectar fraudes e suspender obras superfaturadas e deixam correr frouxo o comportamento suspeito de servidores.

Já no primeiro dia do primeiro mandato Lula sinalizou o que queria fazer do Estado: ampliou de 26 para 36 o número de ministérios. Quase sete anos depois, de tão inexpressivos e inúteis, alguns deles nada têm a contar à população que deveriam servir, mas transformaram-se em estruturas burocráticas caras e povoadas de apadrinhados. Casos dos Ministérios da Pesca, da Igualdade Racial e da Política para as Mulheres. O leitor tem ideia do que fazem? São necessários? É claro que não. São atividades perfeitamente cabíveis em outros ministérios, dispensando acréscimo inútil de despesas pagas pelos contribuintes de impostos.

Afinal, é para acomodar apadrinhados do PT e dos partidos aliados que o governo Lula quer ampliar o Estado? Essa combinação só consegue criar um Estado caro para os brasileiros e fraco na prestação de serviços à sociedade. O que o País precisa é de um Estado menos perdulário e forte, focado na prestação de serviços de educação, saúde, habitação, transporte e de ministérios operacionais voltados para o desenvolvimento.

Acertaram os não eleitores de Lula ao argumentar que a democracia brasileira precisava que ele e o PT passassem pela prova de fogo de governar o País?

Certamente não. Lula não calou a imprensa, como fez seu amigo Hugo Chávez, mas a democracia e suas instituições sairão enfraquecidas deste governo.

* SUELY CALDAS, jornalista, é professora de Comunicação da PUC-Rio (sucaldas@terra.com.br)

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Comento:

Dejá Vu

E agora temos o tal “ufanismo” petralha.. enquanto o país vai de mal a pior…

“No carnaval os gringos querem vê-las
(LÁ LÁ LÁ LÁAAAAAA)
No colossal desfile multi-cor
(LÁ LÁ LÁ LÁAAAAAA)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor”

- Trecho de música de Dom & Ravel – “Jingle” publicitário do regime militar de 1964

Quem te viu e quem te vê..... ein?

sábado, 3 de outubro de 2009

UnoAmérica exige respeto a las elecciones en Honduras




La Unión de Organizaciones Democráticas de América - UnoAmérica, emitió hoy un comunicado exigiendo “respeto al proceso electoral convocado por El Tribunal Supremo Electoral de Honduras para el 29 de noviembre de 2009“.
Viernes, 02 de Octubre de 2009

Montevideo, 02 de octubre.- La Unión de Organizaciones Democráticas de América - UnoAmérica, emitió hoy un comunicado exigiendo “respeto al proceso electoral convocado por El Tribunal Supremo Electoral de Honduras para el 29 de noviembre de 2009“.
UnoAmérica califica de “absurda y contradictoria” la posición de quienes pretenden desconocer las elecciones en Honduras, pero a la vez piden democracia en ese país; y considera que la forma más razonable de resolver la crisis es justamente a través de unos comicios.

Seguidamente fustigó a quienes dicen que en Honduras hay una dictadura militar, cuando el gobierno ha reiterado su disposición de entregar el mando a quien resulte electo en noviembre. ¿Cuál dictadura entrega el poder pronta, pacífica y voluntariamente?, se pregunta UnoAmérica.
La semana pasada, luego de finalizar los congresos que sostuvo en Buenos Aires y en Montevideo, UnoAmérica suscribió una declaración (anexa), pidiendo apoyo internacional a las elecciones hondureñas, y condenando “la injerencia indebida de los gobiernos de Argentina, Brasil, Nicaragua y Venezuela, en los asuntos internos de Honduras”. Igualmente, denunció “la presencia de las FARC en connivencia del partido político Unificación Democrática en el proceso de desestabilización institucional en Honduras, de acuerdo a prueba que se relaciona en los computadores del extinto jefe narco-terrorista de las FARC, Raúl Reyes“.


Declaración de UnoAmérica
Buenos Aires-Montevideo
22 al 25 de septiembre del 2009

CONVOCADOS por la Dirección de la Unión de Organizaciones Democráticas de América -UnoAmérica- en el Primer “Foro Internacional Argentina-Uruguay: Frente al Socialismo del Siglo XXI”.
REUNIDOS los representantes de las organizaciones de la sociedad civil, juristas, defensores de Derechos Humanos, militares en retiro y distintos grupos políticos de Iberoamérica, con el propósito de evaluar y analizar la situación política coyuntural de Honduras.

CONDENAMOS la irresponsable y precipitada decisión política de la Organización de Estados Americanos OEA, de suspender a Honduras de la misma, sin el previo estudio, análisis y procedimiento con posibilidad de defensa para la nación hondureña. Así mismo condenamos la decisión adoptada por la Organización de Naciones Unidas (ONU).

CONVENCIDOS que del estudio de los hechos y fundamentos de derecho, la sucesión presidencial se produjo en estricto respeto del marco Constitucional Hondureño. Afirmación que guarda estricta relación con los expedientes judiciales y el análisis jurídico realizado por el Congreso de los Estados Unidos de Norte América, en documento identificado con el file de búsqueda 2009-002965 de Agosto del 2009.

EN CONSECUENCIA:

EXIGIMOS el respeto al proceso electoral convocado por El Tribunal Supremo Electoral para el 29 de noviembre de 2009.

SOLICITAMOS un juicio de control político de la OEA ante la Comisión Permanente de este Organismo Hemisférico; para que se revise cuales son los requisitos de cumplimiento democrático en los distintos países del Iberoamérica.

DENUNCIAMOS la injerencia indebida de los gobiernos de Argentina, Brasil, Nicaragua y Venezuela, en los asuntos internos de Honduras, generadores de hechos de violencia y determinadores en la escalada revolucionaria.

ADVERTIMOS la presencia de las FARC en connivencia del partido político Unificación Democrática en el proceso de desestabilización institucional en Honduras, de acuerdo a prueba que se relaciona en los computadores del extinto jefe narco-terrorista de las FARC, Raúl Reyes.

En conocimiento del tenor literal y contenido de la presente declaración que suscribimos en Montevideo el día viernes 25 de septiembre del 2009, firmamos los intervinientes en señal de aceptación.

Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
Asociación Civil Fuerza Solidaria - Venezuela

Jorge Mones Rui
Delegado UnoAmérica - Argentina
ONG 1810

Liliana Raffo de Fernández Cutiellos.
Delegada UnoAmérica - Argentina
ONG Movimiento por la Verdadera Historia
Cecilia Pando.
Asociación de Familiares y Amigos de los Presos Políticos - Argentina
Raúl Villasuso
Consultora R. Villasuso y Asociados Internacional - Argentina
Horacio Guglielmone
Unión de Promociones del Ejército Argentino.
Hugo Ferrari
Delegado UnoAmérica - Uruguay
Centro de Estudios de Derechos Humanos del Uruguay.
Wálter Arrázola Mendivil
Delegado UnoAmérica - Bolivia
Fundación Ética y Economía
Josué Meneses
Delegado UnoAmérica - Perú
Movimiento por las Víctimas del Terrorismo (Perú)
Vilma Morales Montalván
Delegada Unoamerica - Honduras
Unión Cívica Democrática
Miguel Fierro Pinto
Fundación Un Millón de Voces (Colombia)
Iván Restrepo Lince
Delegado UnoAmérica - Colombia
Asociación de Víctimas Civiles de la Guerrilla Colombiana
Carlos Sierra Galindo
Federación Verdad Colombia
Jaime Arturo Restrepo Restrepo
Asociación de Víctimas Civiles de la Guerrilla Colombiana
Director Jurídico UnoAmérica

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Pantomima

Foto: Charlie Chaplin em "O Grande Ditador"

28 de setembro, 2009
Estadão - Opinião

Pantomima
por Denis Lerrer Rosenfield*

A pantomima parece não ter limites. A política exterior brasileira está enveredando, perigosamente, pelos caminhos bolivarianos, ditatoriais, que rompem com décadas de neutralidade e não-ingerência em assuntos de outros países. O caso de Honduras é particularmente aterrador, pois, em nome da democracia totalitária, estão assentando as bases de supressão da liberdade.

Façamos, primeiro, um breve retrospecto. Lula e Celso Amorim realizaram, nos últimos anos, périplos por países africanos que têm em comum o menosprezo pela democracia e pelas liberdades em geral. Trata-se de países ditatoriais que foram considerados pelo nosso governo dignos parceiros de reconhecimento internacional. O ex-terrorista e ditador líbio, Muamar Kadafi, chegou a ser considerado como um irmão. Irmão de quê? De empreitadas ditatoriais, de uma pessoa há décadas no poder e exercendo uma dominação inflexível sobre o seu próprio povo.

Seguindo a mesma linha, a diplomacia brasileira permaneceu silenciosa sobre o genocídio do Sudão, onde mais de 200 mil pessoas foram assassinadas, não contabilizando as pessoas esquartejadas, mutiladas e estupradas. Em nome de quê? Da não-ingerência nos assuntos de outros Estados. Qual foi, então, o recado? Assassinar seu próprio povo pode, em nome da soberania interna.

O caso do Irã do "presidente" Mahmoud Ahmadinejad foi - e continua - escandaloso. As eleições foram fraudadas, o povo iraniano foi às ruas, até alguns aiatolás já não suportam o despotismo em vigor no país, pessoas foram torturadas e assassinadas em prisões. E o governo brasileiro contentou-se em dizer que se tratava de um mero jogo de futebol, em que os perdedores tinham ficado insatisfeitos. Na ONU, Lula, agora, reiterou a mesma posição de menosprezo aos direitos humanos. Temos uma prova tangível da podridão dessa esquerda que traiu inclusive os ideais de Marx. Fechou questão com o islamismo totalitário. Como se não bastasse, um "presidente" que se caracteriza pelo antissemitismo militante, propugnando pela eliminação do Estado de Israel, é convidado a visitar o Brasil. Provavelmente, em nome de uma qualquer "solidariedade" internacional, a dos déspotas.

Diante desse quadro, que é um quadro de horror, a "nossa" diplomacia, ou melhor, a "deles", dos bolivarianos com afinidades totalitárias, patrocina e é conivente com a volta de Manuel Zelaya a Honduras. Só um tolo acreditaria nas palavras de "diplomatas" (sic!) segundo os quais o Brasil só soube do ingresso do ex-presidente bolivariano, de tendências golpistas "democráticas", quando já tinha ingressado naquele país. Ainda, conforme nosso "chefe" do Itamaraty, deu-lhe "boas-vindas", oferecendo-lhe a hospitalidade brasileira. Pelo menos Zelaya e sua mulher foram "honestos" ao agradecerem ao chanceler Amorim e ao presidente Lula o seu apoio.

Para acreditar na versão oficial é necessário acreditar em duendes. Os cidadãos brasileiros são tidos por crédulos, mal informados, ou melhor, tolos. Nada bate com nada nas versões oferecidas, salvo o seu objetivo de dar o máximo de sustentação ao projeto bolivariano do golpista fracassado Zelaya. O que é para eles insuportável é que ações inconstitucionais tenham sido abortadas pela Corte Suprema daquele país, pelo Legislativo e pelos militares. Querem encobrir tudo isso dizendo que se tratou de um "golpe militar", que a América Latina não pode mais suportar.

O que pode a América Latina suportar? Deve suportar a subversão da democracia por meios democráticos, com destaque para eleições e assembleias constituintes. Deve suportar a eliminação da divisão de Poderes, com "líderes máximos" solapando progressivamente todas as instituições representativas. Deve suportar a eliminação da liberdade de imprensa, num cenário liberticida que relembra a vereda totalitária de uma esquerda que nem mais sabe o significado de valores universais. As palavras começam a perder seu sentido, ganhando um novo, que guarda uma remota ligação com seu significado originário.

A diplomacia brasileira fala que concedeu refúgio a Zelaya. Como assim? Ele estava sendo perseguido dentro de seu próprio país? Precisa de asilo? Ora, trata-se de uma pessoa que foi obrigada a deixar o poder por conspirar contra a Constituição. Por isso foi conduzido para fora de seu próprio país, sem que tivesse sofrido dano físico nem tenha estado sua vida em perigo. O que a diplomacia brasileira fez foi patrocinar sua volta a Honduras, em aliança com Hugo Chávez, que reconheceu ter organizado toda a operação. O Brasil atrelou-se à Venezuela. A diplomacia brasileira está ingerindo nos assuntos internos de outro país, numa escancarada violação da Constituição brasileira, das Cartas da OEA e da ONU.

Numa completa tergiversação, o chanceler Amorim pede que o governo de Honduras não pratique nenhuma violência contra o bolivariano Zelaya. Ora, é a diplomacia brasileira que está suscitando violência e tumulto naquele país. Os mortos já se contam. Os bolivarianos estão entrincheirados na embaixada, a partir da qual fazem manifestações públicas e organizam os seus partidários para levar a cabo o seu projeto de subversão da democracia. Como são politicamente corretos, dizem estar defendendo a democracia.

Na subversão do sentido das palavras, clamam que não reconhecerão as eleições em curso. Como assim? Porque elas estavam previstas na Constituição, antes mesmo da deposição de Zelaya? Não faz o menor sentido! As eleições seguem um cronograma constitucional, num regime de plenas liberdades, em particular de imprensa e partidária. É precisamente isso que se torna insuportável para esses socialistas autoritários.

Os países que parecem encantados com os cantos bolivarianos, como os EUA e os países europeus, estão cortando as fontes de financiamento desse pequeno país resistente. Enquanto isso, Lula negocia com Obama o fim do embargo comercial a Cuba. Deve estar fazendo isso em nome da democracia!


*Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.

The Great Dictator- Globe Scene

Ou: Grandes sonhos de Lula lá...


A PORCARIA DO ESTADO DE SÍTIO
Reinaldo Azevedo
segunda-feira, 28 de setembro de 2009 | 13:01

A porcaria está feita em Honduras, e agora o país enfrenta a miséria do estado de sítio, situação a que está sujeita qualquer nação democrática que se encontra literalmente sitiada. Era este o ponto a que os bolivarianos esperavam levar aquele pobre e infeliz país. A Rádio Globo de Tegucigalpa, um dos poucos veículos de comunicação favoráveis ao delinqüente Manuel Zelaya, foi fechada. A TV Cholusat Sur, que também se opunha ao governo interino, está cercada por militares e saiu do ar. Não é um confisco permanente, à moda do que fez Chávez na Venezuela, com uma emissora que não era do seu gosto. A Venezuela é aquele país em que Lula diz haver “democracia até demais”.

Estamos assistindo ao resultado prático da soma da virulência bolivariana, a que o Brasil se associou, com a omissão do Departamento de Estado dos EUA. Se pedirem a Hillary Clinton que indique no mapa a América Latina, é possível que ela procure a região em algum ponto entre a África e o Oriente Médio. A madame terceirizou o problema.

Honduras se tornou tão importante para Lula e Chávez porque eles querem se caracterizar como uma força de intervenção. O fato de o ministro Nelson Jobim (Defesa) se ver obrigado a vir a público para declarar que não pensa em enviar tropas a Honduras dá conta do ridículo em que se meteu o Brasil.



A conspiração bolivariana exige o bloqueio do caminho eleitoral
por Augusto Nunes
28 de setembro de 2009

Ao instalar na embaixada em Tegucigalpa o ex-presidente Manuel Zelaya, deposto por tentativa de estupro contra a Constituição, o Brasil colocou Honduras a um passo da guerra civil, registrou o artigo “A política externa da canalhice”, postado no dia em que a representação diplomática em Honduras foi reduzida a cortiço central do amigo bolivariano. Urdido por Hugo Chávez e executado pelos lacaios da vizinhança, o plano sórdido começava pelo bloqueio do calendário eleitoral. Era essencial impedir a realização das eleições presidenciais de novembro, o caminho mais curto e mais seguro para a plena normalidade democrática.

Até então, a vida em Honduras seguia seu curso. A imprensa publicava o que queria, ninguém fora preso, os partidos e seus candidatos concentravam-se na campanha eleitoral. As primeiras provocações de Zelaya levaram ao toque de recolher. Seus desdobramentos obrigaram o governo interino a decretar o estado de sítio.

O mandato que Zelaya não soube honrar terminará em janeiro. Se não houver um presidente eleito, haverá a partir daí um governo ilegítimo, seja qual for o inquilino do palácio presidencial. Nessa hipótese, a política externa da canalhice terá incorporado a seu prontuário o assassinato da democracia hondurenha. Hugo Chávez vai ficar muito feliz.


Honduras contra a mentira global
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 28 de setembro de 2009

Se algo os acontecimentos recentes em Honduras confirmam, é aquilo que venho dizendo há anos: quem quer que, sem ser esquerdista, preste algum favorzinho aos esquerdistas, acaba sendo acusado por eles de fazer exatamente o contrário do que fez, de ser um direitista feroz e intolerante que só os persegue, maltrata e atemoriza.

Em 28 de junho, a Suprema Corte de Honduras determinou a prisão do presidente Manuel Zelaya por ter infringido a Constituição e ameaçado usar a força contra o poder legislativo. Os militares, em vez de executar a ordem, deixaram-se enternecer pelo desgraçado e permitiram que ele escapasse para a Costa Rica. Resultado: a esquerda mundial inteira os acusa de ter “expulsado” Zelaya, de ter dado um “golpe”, de ter “rompido a estabilidade das instituições”.

Se tivessem prendido o delinqüente e o levado a julgamento, a esquerda mundial poderia estar tão enfezada quanto está agora, mas não teria nenhum pretexto para dizer essas coisas. Teria de inventar outras mentiras, mais trabalhosas, menos persuasivas.

Não sei quantas décadas ou séculos de experiência e de sofrimento inútil a humanidade ainda precisará para compreender que indivíduos contaminados pela mentalidade revolucionária não são pessoas normais, confiáveis, das quais se possa esperar lealdade, gratidão, bondade ou acordo racional, mesmo em doses mínimas.

A história está repleta de casos de conservadores, católicos, protestantes, judeus, que arriscaram suas vidas para salvar comunistas perseguidos. Não consta dos anais do mundo um só episódio de comunista de carteirinha que tenha feito o mesmo por um reacionário, um só exemplo de radical islâmico que tenha arriscado o pescoço para livrar um infiel das garras dos aiatolás vingadores.

A mentalidade revolucionária não admite leis ou valores acima do poder revolucionário, não conhece caridade ou humanitarismo exceto como expedientes publicitários a serviço da revolução, não admite lealdade senão ao aparato revolucionário, não aceita a existência da verdade senão como simulacro de credibilidade da mentira revolucionária.

Com toda a evidência, é assim que funciona a mente dos srs. Luís Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez, Marco Aurélio Garcia e demais próceres do Foro de São Paulo.

O sr. Lula acaba de dar mais um exemplo da sua mendacidade revolucionária infatigável, ao afirmar que o governo brasileiro nada sabia do retorno de Manuel Zelaya a Honduras, quando o próprio Zelaya confessa que foi tudo combinado com o sr. Marco Aurélio Garcia.

Colaboracionistas em profusão, espalhados pela mídia internacional, apressam-se em alardear que a presença do presidente criminoso na embaixada brasileira desestabiliza o regime hodurenho e o predispõe a concessões. Isso é pura guerra psicológica. Quem quer trégua não priva o inimigo de água e comida, nem atira nos agentes chavistas que o apóiam, camuflados de cidadãos hondurenhos. Quem está desestabilizada é a “ordem global”, que mostrou toda a sua fraqueza, todo o seu desespero, ao ficar provado que, para destruí-la, basta um povo pequeno e corajoso dizer “Não”.

Não acreditem em jornalistas que lhes apresentam a crise hondurenha como uma questão de aceitar ou rejeitar Zelaya na presidência. Esse problema nem sequer existe. Como presidente ou como cidadão, há uma ordem de prisão contra ele. Recolocá-lo no Palácio Presidencial é apenas garantir que ele irá para a cadeia com honras de chefe de Estado. Honduras não está lutando para se livrar de um político safado, mas para assegurar que a ordem legal e constitucional do país valha mais que a opinião de bandidos e tagarelas estrangeiros autonomeados “consenso internacional”.

Para lidar com essa gente, toda precaução é pouca, toda suspeita é modesta, toda conjeturação de motivos sórdidos corre o risco de ficar muito aquém da realidade. Os hondurenhos parecem ser o primeiro povo do mundo que percebeu isso.

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Comento:

O "Guardião" ???

No momento em que Stalinácio chama o governo de fato de "golpista" já está tomando partido, inabilitando-se a ser mediador de PN!.

Além de estar infringindo a Constituição Brasileira!!!

Título I
Dos Princípios Fundamentais

Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

I – independência nacional;

III – autodeterminação dos povos;

IV – não-intervenção;


Além disso..

Foi o Apedeuta que cortou relações diplomáticas com Honduras e retirou o embaixador de lá!

Agora acha “estranho” que Honduras queira que o Brasil feche a tal “abaixada bunker”???

Decida-se grandecíssimo Ignorácio!