por Viriato Macuxi - Normandia, RR em 18/10/2008Cada vez mais no dia a dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante.
Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja contrabandeada oficialmente para o exterior?
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98%), metal sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e o seu preço para venda, além de baixo, seja fixado pela Inglaterra que não tem nióbio algum?
Estamos perdendo bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a OPEP vendesse a 1 dólar o barril de petróleo; o qual é vendido hoje a mais de 100 dólares.
Não é uma vergonha?
Marcos Valério na CPI dos Correios revelou na TV, para todo o Brasil :
"O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio" e ainda "O Ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia" , e ninguém teve coragem de investigar...
ou, estarão todos ganhando com essa traição ao Brasil?
Somando a esse fato, foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002 que Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, e que posteriormente a ONG da empresa ajudou a financiar o Fome Zero.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa - Serra do Sol), será por isso então que nosso governo deseja tanto a demarcação contínua da Reserva, sem a presença do povo brasileiro não índio, para a total liberdade das ONGs internacionais sabidamente separatistas?
Há fortes indícios que a própria FUNAI esteja envolvida no contrabando do nióbio usando os índios, para envio do metal à Guiana Inglêsa e dali aos USA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente. Um acordo entre a presidência da república e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil, que vai para contas numeradas em paraísos fiscais.
Será que o ideário socialista apátrida vê nessa possibilidade, a criação de futuras nações independentes do Brasil na Amazônia, que possam vir a ser governadas por socialistas brasileiros ou venezuelanos em acordos com os principais sócios beneficiários do G8 daquela riquíssima província mineral, por hora ainda brasileira?
Nosso judiciário e nossas forças armadas precisam impedir esse negócio escuso entre um governo corrupto e traídor e seus clientes ou patrões externos.
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Leia matérias sobre o Nióbio:
Nióbio
Descoberto na Inglaterra em 1801, por Charles Hatchett — na época o denominou de colúmbio. Posteriormente, o químico alemão Heinrich Rose, pensando haver encontrado um novo elemento ao separá-lo do metal tântalo, deu-lhe o nome de nióbio em homenagem a Níobe, filha do mitológico rei Tântalo.
Na década de 1950, com o início da corrida espacial, aumentou muito a procura pelo nióbio. Ligas de nióbio, foram desenvolvidas para utilização na indústria espacial, nuclear, aeronáutica e siderúrgica.
A aplicação mais importante do nióbio é como elemento de liga para conferir melhoria de propriedades em produtos de aço, especialmente nos aços de alta resistência e baixa liga, além de superligas que operam a altas temperaturas em turbinas das aeronaves a jato.
O nióbio também é utilizado na produção do aço inoxidável, na de ligas supercondutoras usadas na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância magnética. Encontra aplicação, da mesma forma, em cerâmicas eletrônicas, em lentes para câmeras, na indústria naval e, na ferroviária para a fabricação dos “trens bala”.
Dezenas de superligas estão em uso nos mais diversos meios abrasivos ou operando em altas temperaturas.
Essas ligas são a alma dos motores a jato e de foguetes, tanto comerciais quanto militares.
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4 comentários:
Estão ouvindo este som? Uma espécie de zumbido incessante que incomoda sem que se saiba a origem?
É o som da verdade querendo romper o espesso manto de mentiras tecido pelo PT e seu desgoverno.
E a atmosfera. Estão sentindo? Algo inexplicável no ar. Algo que, por desconhecido, gera grande insegurança e inquietação.
É o principio do começo do fim.
Depois de décadas reinando, a mentira e o engodo parecem ceder à imparcialidade da verdade.
Lentamente, quase despercebidamente, não fosse o incomodo que gera nos estrategistas do engano.
Aos que sentem, ainda sem saber ser bom ou ruim, ou identificar a fonte, fica o gosto desconhecido a alimentar a imaginação, prospectando o futuro.
Está próxima a hora do evento sem retorno. São as dores do parto tardio, pós-maturo e os gemidos que antecedem a chegada do rebento.
"LIBERTAS QUAE SERA TAMEN"
Pois é,
Esse é o tipo de matéria-denúncia que deveria ser publicada em vários blogs ao mesmo tempo !!!!!!!
Rejane
Agora você postou algo que eu entendo muito bem. Nióbio. Gostaria de esclarecer alguns equívocos que existem sobre a matéria.
Em Araxá, no Alto Paranaiba no Estado de Minas Gerais, existe a maior jazida de Nióbio do Mundo. É da empresa CBMM, 100% de capital nacional - www.cbmm.com.br -
A jazida da CBMM supre o mundo pelos póximos 500 anos de nióbio, tendo como base o consumo antes da crise, sem falar que abaixo desta camada existe outra com capacidade similar (500) anos.
O principal uso do Nióbio, digamos que 75% da produção deste metal, vai para a produção de aço. O nióbio faz com que o aço tenha mais resitência principalmente em temperaturas muito baixas, daí a sua utilização em aços usados para a fabricação de gasodutos na Sibéria.
No Brasil há outra jazida de Nióbio em exploração, em Catalão Goiás.
A CBMM junto com a Mineração Catalão de Goiás, suprem 85% das necessidades mundiais de nióbio. Os outros 15% são supridos por ume ampresa Canadense.
A ocorrência de Nióbio se dá em diversas partes do mundo. Uma outra jazida com características semelhantes a de Araxá se encontra no Gabão na África, mas não é explorada porque não é economicamente viável.
Além disto o Tântalo e o Molibidenio substituem o Nióbio com as mesmas características.
Outra concorrência do Nióbio, por incrívbel que pareça pode ser a água, isto mesmo água. No Japão Siderúrgicas estão desenvolvendo tecnologias de resfriamento do aço com a água que fariam com que o aço tivesse as mesmas características do aço ao Nióbio.
Para que se tenha a idéia da quantidade de terra que tem que ser removida para se tirar o Nióbio, as jazidas mais ricas contem 3% de nióbio. Isto significa que para cada três toneladas de Nióbio, 97 toneladas de terra têm que ser removidas. E este nióbio está misturada com esta terra.
Isto significa que há todo um processo complicado de moagem e concentração para a separação do Nióbio dos demais elementos, e depois um processo metalurgico para que o Nióbio possa ser transformado em uma liga para a metalurgia.
Para cada tonelada de aço especial são utilizados 300 gramas de Nióbio. O Nióbio utilizado para turbinas de avião e para o programa espacial, representa 2% do Nióbio produzido no Brasil.
Portanto, como você pode ver esta história de que o Nióbio pode ser contrabandeado da reserva de Raposa do Sol é história da Carochinha.
Desnvolver mineração de Nióbio em Roraima e querer competir com os custos de logística (produção e transporte) com as Minerações de Araxá e Catalão tornam o projeto inviável.
O mesmo acontece com esta conversa das reservas de petróleo no pré-sal. Com o preço do barril de petróleo a US$40.00 o custo de extração do petróleo no pré-sal seria muito mais caro, portanto a Petrobrás venderia o petróleo com prejuízo.
O mesmo acontece com o Nióbio de Roraima. O custo de sua produção é mais caro do que o preço do produto no mercado mundial.
Se o Brasil tem capacidade atual instalada de suprir o mundo na demanda atual por 1.000 anos (um milênio) pergunto Por que iniciar investimentos altos em Rorama?
Quando o assunto é NIÓBIO os espertalhões de plantão logo aparecem para justificar o injustificável e mentir para desacreditar.
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